“Democracia Real Ya”: Uma análise

21 Maio 2011

Em “Democracia Real Ya: Un análisis”  ( Ruina Imponente.info) podemos ler uma análise interessante e inteligente das reivindicações de “¡Democracia Real YA!“, plataforma que está a convocar as manifestações e protestos destes dias na Espanha (também conhecidas por “Movimiento 15-M”, “Indignados”, “Spanish revolution”).

Actualização:
Também aqui:
#SpanishRevolution, resumen y conclusiones (em Pisito en Madrid);
#spanishrevolution: cronología de una sociedad desencantada (em ALT1040);
Entendiendo la #spanishrevolution (em El Blog de Enrique Dans);
COMPRENDRE LA RÉVOLUTION ESPAGNOLE (em OWNI, tradução do artigo de Enrique Dans anterior, com fotografias e vídeos adicionais).

Puerta del Sol (Madrid), na noite de 15 de maio
imagem: Wikipedia: Protestas en España de mayo de 2011

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5 Responses to ““Democracia Real Ya”: Uma análise”

  1. Patfranca Says:

    Comecei a ler a análise do ruinaimponente.info e fiquei perplexa logo nos comentários ao ponto 1. Mas fiquei sem vontade de continuar a ler o post assim que cheguei aos comentários feitos no ponto 1.2.: justificar o pagamento de altos salários aos políticos com a justificação da corrupção? Inacreditável.
    Não são as reivindicações dos autores do manifesto que são utópicas, a sociedade é que chegou ao ponto de justificar o injustificável. É isto que mais me asusta neste momento: a aceitação do inaceitável como inevitável. A nossa sociedade está doente! :-(

  2. alvaroiriarte Says:

    Olá, P. Obrigado pelo teu comentário.
    Eu não disse que concordava com o autor, ou que concordava 100% com o autor (até porque não gosto de me expor publicamente até esse ponto).
    Achei interessante como contraponto a muita coisa (e também a muita “tontería”) que tinha lido na internet sobre #15m, #nolesvotes, #acampadaSol, Democracia Real Ya!, etc.

    De qualquer maneira, partilho com o autor a descrença nessa suposta “democracia directa” ou “democracia participativa”.
    É por isso é que não sou anarquista! :-)
    Talvez social-democrata (ou um “social-democrata de m****”, como me dizia um amigo que, por desgraça, já não está entre nós).

  3. Patfranca Says:

    Não, não, não. Tu és social-democrata?¿ Desse social democrata do tipo PSD português? Olha que eu já te vi defender o nacional socialismo, e não foi há muito tempo.
    Eu acredito no Anarquismo como fim, não como meio. Há correntes do Anarquismo que eu não subscrevo; há acções que eu condeno. “Ninguém é o verdadeiro anarquista”. E o que é o Anarquismo? Não é por certo a primeira acepção que vemos no dicionário.
    Desculpa-me se o tom pareceu agressivo. Foi sem intenção.

  4. alvaroiriarte Says:

    Não. O PSD é filiado ao Partido Popular Europeu.
    Eu seria mais um social-democrata tipo:
    Tony Judt (2010) Um Tratado Sobre os Nossos Actuais Descontentamentos. Lisboa, Edições 70

    Eu defender o “nacional socialismo”? Dizes isso por eu ser um galego “nacionalista”? Esse tipo de nacionalismo é o oposto aos nacionalismos imperialistas, etc.

  5. Patfranca Says:

    Olá!
    Só para que não fiquem dúvidas, eu estava a referir-me ao nacional socialismo galego e não ao nacional socialismo alemão.


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