Nota de imprensa em Intermón Oxfam: Fora de Jogo! As marcas desportivas pagam milhões às estrelas do Mundial mas vulneram os direitos dos seus trabalhadores.

Fora de jogo! Direitos laborais e produção de roupa desportiva na Ásia

Enquanto que as marcas desportivas estão a engalanar-se para o próximo Mundial de Futebol de Alemanha, muitos dos trabalhadores que produzem peças de roupa desportiva na Ásia não podem cobrir as suas necessidades básicas e sofrem discriminação, despedimentos ou violência ao tentarem criar sindicatos ou reivindicar os seus direitos de maneira colectiva (veja aqui o relatório de Oxfam Internacional / Intermón Oxfam)
Touché, Anónimo! Hoje, no dia 1 de Junho, permite-me juntar o teu comentário:
«¿En Asia? Sí, claro, en Asia seguro que pasa. ¡Cómo vai a pasar en Europa!. Quen pode pensar semellante cousa. Os ciudadáns europeos pobres non se ven, ao igual que os de U.S.A. Pero….¿seguro que en Europa non pasa?»
Nom tenho dúvidas sobre isso! «Os miúdos do fio de nylon», reportagem publicada no passado sábado, no Semanário Expresso, onde se denuncia uma situação de exploração infantil, numa fábrica subcontratada em Portugal pela empresa Zara.
Mas os “gurus” aqui da praça (empresários, gestores, economistas, etc.) têm a lata de afirmar que o problema deste país está nos “aumentos salariais excessivos”
A diversidade linguística
A herança linguística diversa não coincide com as necessidades de unicidade do mercado global. Em princípio, a diversidade linguística é um obstáculo para a necessária homogeneização do mercado. A globalização impõe a “unicidade” a todos os níveis: científico, económico, político, militar, linguístico, … A existência de várias zonas linguísticas comporta a existência de mercados parciais e em concorrência.
Os discursos sobre a biodiversidade ensinaram-nos que a consideração dos problemas de diversas perspectivas aumenta a probabilidade de adequação da resposta.
A diversidade é garantia de durabilidade e de estabilidade do sistema, pelo facto de não destruir recursos (culturais). É a diversidade de perspectivas que pode proporcionar soluções decisivas em situações de crise.
É saudável – ecológico – para a civilização manter a diversidade linguística. Cada língua tem um tipo de relação com a realidade: é arriscado confiar em que a humanidade, contando apenas com uma única língua, possa sair de todas as contradições que se lhe possam apresentar.
A língua é um depósito de toda uma série de opções históricas, uma atitude de percepção e de conformação do meio. Uma ferramenta para pesquisar a realidade. Ao usar várias ferramentas de pesquisa (por exemplo Google, Yahoo, Altavista, …) temos mais probabilidades de encontrar mais e melhor informação.
Em: ROYO, Jesús (1997): Unha língua é un mercado. Vigo: Edicións Xerais de Galicia.
«Espanha é um estado mononacional que não quer converter-se em plurinacional. Isso explica a atitude de Zapatero, para além dos seus discursos amáveis, todo o PP e uma parte maioritária do PSOE e da opinião pública espanhola é contra a ideia de reconhecer que no Estado espanhol existem diversas nações. A ideia duma Espanha plurinacional existe apenas na Catalunha y em Euskadi, e pronto!»
Josep-Lluís Carod-Rovira, presidente de Esquerra Republicana de Catalunya em Deia.com

Comércio Justo

20 Maio 2006



Comércio com Justiça

Intermón Oxfam

Nos últimos tempos, o PP espanhol exigiu a demissão do Ministro de Defensa porque dois militantes do seu partido foram detidos numa manifestação. Segundo o PP, a detenção dos dois militantes foi uma persecução a um partido e “una de las cosas más graves que han ocurrido” na história da democracia espanhola (caso Bono).

Pergunto-me se o PP não saberá das detenções (muito frequentemente com maus tratos, coisa que não aconteceu neste caso) que sofreram, ao longo da história da democracia espanhola, pessoas de outros partidos ou ideias diferentes das do PP. A última: a detenção e maus tratos sofridos por dois irmãos detidos pela polícia quando gritavam “Viva la República” na visita dos Príncipes das Astúrias a Móstoles (em Madrid), acusados de atentar contra la autoridad, desórdenes públicos y deshonor”. E a imprensa espanhola? Não está interessada nisto?

José Antonio Millán comenta no seu blog L&B o artigo “Scan This book“, de Kevin Kelly, publicado no New York Times de 14/05/2006. O post, que se intitula “O medo do autor à escuridão”, apresenta uma conclusão, no mínimo paradoxal, das políticas do copyright:

“… por volta de 75 % de todos os livros das bibliotecas do mundo está órfão. Da totalidade dos livros, penas 15 %, aproximadamente, está no domínio público. Por volta de 10 %, mais afortunado, está ainda vivo nas editoras. O resto, a maior parte da biblioteca universal, está na sombra.”

A solução?:
“La solución, por supuesto, es un proyecto tipo el de Google Book Search o el Million Book Project del Internet Archive, que saca de la oscuridad a muchos autores: “Mientras que unos pocos autores que venden muy bien temen la piratería, todo autor teme la obscuridad”. (Gracias, Jaime Otero y Julieta Lionetti).”
Será José Antonio Millán mais um pirata?

Cheguei ao Ubuntu!

15 Maio 2006

Acabo de instalar o Ubuntu no meu portátil. Quem disse que o Linux não é amigável!? É “simpático” este Ubuntu!

El logotipo de Ubuntu.

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Ubuntu: Linux para seres humanos que sabem pouco de informática!

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