A Greenpeace publicou um vídeo no YouTube a denunciar a devastação da floresta da Indonésia e a ameaça para espécies em perigo que supõe a produção de óleo de palma para a Nestlé.

A empresa conseguiu retirar o vídeo argumentando direitos de autor, o que provocou mais publicidade para a campanha de Greenpeace.

O mesmo aconteceu na página da Nestlé em Facebook, que foi aproveitada pelos activistas da Greenpeace para publicar lemas e “adaptações” dos logotipos da empresa.

imagem: Grenpeace > Ask Nestlé to give rainforests a break

A Nestlé voltou a escudar-se nos “direitos de autor” para censurar comentários. Mas, mais uma vez, o efeito Streisand obrigou a empresa a pedir desculpas:
“This (deleting logos) was one in a series of mistakes for which I would like to apologize. And for being rude. We’ve stopped deleting posts, and I have stopped being rude.”
fonte da citação: Cnet > Nestle mess shows sticky side of Facebook pages

fonte Vieiros: Nestlé perde contra os ecoloxistas nas redes sociais

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Políticas agrícolas

12 Maio 2008

“Veja-se o caso do Haiti. Há 20 anos era um país auto-suficiente em arroz, a preços razoáveis. Em 1995, o FMI impôs um plano de liberalização económica, com desarmamento alfandegário drástico. O mercado haitiano foi invadido por arroz proveniente dos Estados Unidos e altamente subsidiado. Resultado: hoje o Haiti importa 80% do arroz que consome e ao dobro do preço anterior.”

José Manuel Pureza > Arrastão > Outra vez as vítimas da fome

Foto: Wikipedia Commons > Rice grains

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