Nelson Mandela, a Long Walk …

Nelson Mandela Centre of Memory

Via Expresso: Arquivos de Nelson Mandela chegam à Net

Arrugas (Rugas)

9 Agosto 2013

Arrugas (Rugas)

Um filme de animação de Ignacio Ferreras

Amanhã, dia 10 de agosto, nos Cinemas Bragashopping/Cinemax (Braga)

Arrugas

Thali

11 Junho 2013

Thali:  http://en.wikipedia.org/wiki/Thali

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“A crise sociolinguística na Galiza e nos mercados linguísticos”
Celso Álvarez Cáccamo (Universidade da Coruña)

Universidade do Minho
Instituto de Letras e Ciências Humanas
Braga – Portugal

31 de Maio às 16 h
(sala 1005)

Organiza:
Centro de Estudos Galegos (Universidade Do Minho)

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As cigarras do Sul

14 Junho 2012

“… O euro, na prática, foi criado em 1999. Naquele ano, a Alemanha era o terceiro país com mais déficit em conta corrente, e também em 2000. Desde 1991 que não tinha baixado do quinto lugar. Até 1998, nem a Espanha nem a Itália, nem a Grécia estavam entre os países com  maior déficit. Com a introdução do euro, a Alemanha passou a ter um superavit (e a personificar as virtudes do trabalho bem feito), enquanto o Arco Mediterrânico passava a registar grandes desequilíbrios comerciais, que deverão ser compensados com entradas de capital (…).

Por outras palavras, o desequilíbrio Norte-Sul que está a sufocar a Europa não parece apenas uma questão de estrutura económica, produtividade e competitividade (fatores que, em qualquer caso, não devemos ignorar). Ou uma questão de vadios contra trabalhadores. Salvo que qualquer coisa, um vírus estranho, tivesse invertido a estrutura económica e disponibilidade para trabalhar em toda a Europa lá por volta do ano 2000. A outra possibilidade é que uma exigente taxa de câmbio do euro (muito forte em relação ao dólar), combinada com uma política monetária pouco restritiva (quem te viu e quem te vê, BCE) motivasse nos países do Sul da Europa, menos competitivos nas exportações, uma mudança no perfil de crescimento, que passou a centrar-se no consumo e no crédito. Algo que a Alemanha aproveitou para fazer aumentar as suas exportações dentro da Europa. E, como o dinheiro que entra deve sair, foi a Alemanha que emprestou capital para alimentar a máquina creditícia do Sul da Europa.”

Nuño Rodrigo: Blog Lealtad, 1. > Españoles vagos, alemanes trabajadores… ¿seguro? (8 de novembro de 2011)

Revista Agália

25 Novembro 2011

Volume 101 de Agália. Revista de Estudos na Cultura

Conteúdos:

Biblioteca Escolar e Escola: Uma relação evidente?
School Library and School: An Obvious Relation?
Verônica Maria de Araújo Pontes

Astrologia e Manuscritos Medievais Judaicos: Interfaces
Astrology and Medieval Jewish Manuscripts: Interfaces
Aléxia Teles Duchowny

Ora, Que História É Eça?
So, What History Is This (Eça)?
João Felipe Barbosa Borges

Fernando Pessoa: O Cientista de Depois de Amanhã
Fernando Pessoa: The After Tomorrow Scientist
Caio Cagliardi

Um Paradoxo do Tempo Pós-Moderno
A Paradox ofPostmodern Time
Celeste Natário

Camilo José Cela e um suposto vocabulário do baralhete
Camilo José Cela and a Supposed Vocabulary of“Baralhete”
Jorge Rodrigues Gomes

Agália. Revista de Estudos na Cultura

ISSN: 1130-3557.
Depósito Legal: C-250 – 1985 (versão em papel)
Edita: Associaçom Galega da Língua (AGAL)
URL: http://www.agalia.net
endereço-eletrónico: revista@agalia.net
endereço postal: R/ Santa Clara nº 21, 15704 Santiago de Compostela (Galiza)
Periodicidade Semestral (números em junho e dezembro)
Diretor: Roberto López-Iglésias Samartim
Indexada nas bases de dados de dialnet e da CAPES

“…Resulta obvio para cualquiera fuera de los Estados Unidos que nuestras archimuletillas, multiculturalismo y diversidad, son fachadas que encubren (en muchos casos involuntariamente) una tendencia global a erradicar las diferencias culturales. El pilar básico del multiculturalismo (o de «honrar la diversidad», o como se quiera llamarlo) es que las personas tienen que dejar de juzgarse unas a otras —dejar de aseverar (y, gradualmente, dejar de creer) que esto está bien y esto está mal, que una cosa es fea y otra hermosa, que Dios existe y tiene estas o aquellas cualidades.
La lección que la mayor parte de la gente ha extraído del siglo XX es que, para que un gran número de diferentes culturas coexistan pacíficamente en el globo (o incluso en el barrio), es necesario que la gente suspenda el juicio de este modo. De ahí (argumento) nuestra sospecha, u hostilidad, respecto de todas las figuras de autoridad en la cultura moderna. Como explicó David Foster Wallace en su ensayo E Unibus Pluram, este es el mensaje fundamental de la televisión; es el mensaje que la gente se lleva a casa, de cualquier modo, tras llevar inmersos en los medios el tiempo suficiente. No está expresado en esos términos altisonantes, claro. Se transmite a través de la presunción de que todas las figuras de autoridad —maestros, generales, policías, sacerdotes, políticos— son bufones hipócritas, y que el cinismo descreído es el único modo de ser.
El problema es que una vez que nos hemos librado de la capacidad de juzgar lo bueno y lo malo, lo verdadero y lo falso, etc., ya no queda cultura. Todo lo que queda son los bailes folclóricos y el macramé. La capacidad de juicio, de creencia, es el fin mismo de tener una cultura…”

Neal Stephenson (1999) En el principio… fue la línea de comandos, págs. 71.72

Neal Stephenson (1999) In the beginning… was the command line (versão original em inglês).
Multiculturalism 1

Foto: Multiculturalism 1, de Robert Taylor (também na Wikipedia > Multiculturalism)

Somália:  Pesca ilegal e lixeiras tóxicas. Quem são os verdadeiros piratas?

¡Piratas! (link para o documentário com legendas em português)

Duration: 23 minutes and 26 seconds
Country: Spain
Language: Spanish (com legendas)
License: CC – Attribution Non-commercial No Derivatives
Genre: Documentary
Producer: Juan Falque
Director: Juan Falque
Posted by: juanfalque on 28/Jan/2011

Aceitam-se contributos para ajudar  a contrastar esta informação.

(obrigado, Roberto)

Referências (bibliográficas, filmográficas, …) citadas expressamente em The Memory Chalet, de Tony Judt (2011):

– The 400 Blows [Les Quatre Cents Coups] (François Truffaut)
– Against Our Will (Susan Brownmiller)
– Angel Pavement (J. B. Priestley)
– Annie Hall (Woody Allen)
– Ashes and Diamonds [Popiół i diament] (Andrzej Wajda)
– Ashes and Diamonds [Popiół i diament] (Jerzy Andrzejewski)
– The Athens Review of Books
– Avatar (James Cameron)
– Backlash: The Undeclared War Against American Women (Susan Faludi)
– The Bicycle Thief [Ladri di biciclette ] (Vittorio De Sica)
– Book of Laughter and Forgetting [Kniha smíchu a zapomnění] (Milan Kundera)
– The Brady Bunch (Sherwood Schwartz)
– “Britain: The Disgrace of the Universities,” The New York Review, April 8, 2010 (Anthony Grafton)
– The Budapest Review of Books
– The Captive Mind [Zniewolony umysł] (Czesław Miłosz)
– Commentary
– Conversations with Thomas Masaryk [Hovory s T.G. Masarykem] (Karel Capek)
– Darkness at Noon (Arthur Koestler)
– The Day After Tomorrow (Roland Emmerich)
– Day of the Jackal (Frederick Forsyth)
– The Dialectic of Sex (Shulamith Firestone)
– Dissent
– The Economic Consequences of the Peace (John Maynard Keynes)
– Essay on Criticism (Alexander Pope)
– Family Portrait (Humphrey Jennings)
– The Gallic Wars (Julius Caesar)
– Good Soldier Švejk (Jaroslav Hašek)
– The Grim Smile of the Five Towns (Arnold Bennett)
– Insatiability (Stanisław Ignacy Witkiewicz)
– The Jewish Chronicle
– Jewish Review of Books
– A Kind of Loving (John Schlesinger)
– Le Quai des Brumes (Marcel Carné)
– The London Review of Books
– Look Back in Anger (John Osborne)
– Lucky Jim (Kingsley Amis)
– Ma Nuit chez Maud (Éric Rohmer)
– Maytime in Mayfair (Herbert Wilcox)
– Mémoires (Raymond Aron)
– The Memory Palace (Matteo Ricci)
– Metamorphosis [Die Verwandlung] (Franz Kafka)
– Native Realm (Rodzinna Europa) (Czesław Miłosz)
– Neighbors: The Destruction of the Jewish Community in Jedwabne, Poland (Jan Gross)
– The New York Review of Books
– O Lucky Man! (Lindsay Anderson)
– Opium of the Intellectuals (Raymond Aron)
– Our Age: English Intellectuals Between the World Wars—A Group Portrait (Noel Annan)
– Politics and the English Language (George Orwell)
– Postwar (Tony Judt)
– Religions and Philosophies of Central Asia (Arthur de Gobineau)
– The Right to Laziness [Le droit à la paresse] (Paul Lafargue)
– Road to Wigan Pier (George Orwell)
– Saturday Night and Sunday Morning (Karel Reisz)
– Sexual Politics (Kate Millett)
– Spring in Park Lane (Herbert Wilcox)
– Teach Yourself Czech
– This Sporting Life (Lindsay Anderson)
– This Way for the Gas, Ladies and Gentlemen (Tadeusz Borowski)
– A Theory of Moral Sentiments (Adam Smith)
– The Uses of Literacy (Richard Hoggart)

Tony Judt (2011) The Memory Chalet; Penguin Press; 240 páginas.

Capa da versão espanhola (de Juan Ramón Azaola): El refugio de la memoria, Taurus; 240 páginas.

Tony Judt (2011) The Memory Chalet; Penguin Press; 240 páginas.
Trad. espanhola (de Juan Ramón Azaola): El refugio de la memoria, Taurus; 240 páginas.

“My solution has been to scroll through my life, my thoughts, my fantasies, my memories, mis-memories, and the like until I have chanced upon events, people, or narratives that I can employ to divert my mind from the body in which it is encased. These mental exercises have to be interesting enough to hold my attention and see me through an intolerable itch in my inner ear or lower back; but they also have to be boring and predictable enough to serve as a reliable prelude and encouragement to sleep. It took me some time to identify this process as a workable alternative to insomnia and physical discomfort and it is by no means infallible. But I am occasionally astonished, when I reflect upon the matter, at how readily I seem to get through, night after night, week after week, month after month, what was once an almost insufferable nocturnal ordeal. I wake up in exactly the position, frame of mind, and state of suspended despair with which I went to bed—which in the circumstances might be thought a considerable achievement.”

“I prefer the edge: the place where countries, communities, allegiances, affinities, and roots bump uncomfortably up against one another—where cosmopolitanism is not so much an identity as the normal condition of life. Such places once abounded. Well into the twentieth century there were many cities comprising multiple communities and languages—often mutually antagonistic, occasionally clashing, but somehow coexisting. Sarajevo was one, Alexandria another. Tangiers, Salonica, Odessa, Beirut, and Istanbul all qualified—as did smaller towns like Chernovitz and Uzhhorod. By the standards of American conformism, New York resembles aspects of these lost cosmopolitan cities: that is why I live here.”

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