Mestrado Europeu em Lexicografia /European Master in Lexicography (EMLex) –  Universidade do Minho (ILCH)

2ª Fase de Candidaturas (UMinho):  de  25/08/2014 a  08/09/2014

As candidaturas ao Mestrado Europeu em Lexicografia são realizadas via electrónica, no Portal Académico da UMinho. Após a realização da candidatura online, o Boletim de Candidatura deverá ser impresso, assinado e enviado juntamente com os documentos abaixo discriminados para o seguinte endereço:

Universidade do Minho

Conselho Pedagógico do Instituto de Letras e Ciências Humanas

Campus de Gualtar

4710 – 057 Braga

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS:

Fotocópia do bilhete de identidade, cartão de cidadão, ou outro documento de identificação;

Fotocópia do cartão de contribuinte (só para portugueses)

Fotocópia do certificado de habilitações, com discriminação das disciplinas realizadas e respectiva classificação final;

Curriculum vitae detalhado;

Outros elementos que os candidatos entendam relevantes para a apreciação da candidatura.

Comprovativo do pagamento eletrónico da candidatura no valor de 30 € (não reembolsável).

 

IMPORTANTE:

O 2º semestre desta edição (2014-2016) decorrerá na Universidade do Minho. Os alunos das outras edições europeias do Mestrado e alguns dos professores do Consórcio EMLex deslocar-se-ão a Braga durante o 2º semestre.

EMLex mapa

Foto: The Hungarian EMLex website

Linguamática

2 Agosto 2014

Está disponível o 1º número do 6º volume da revista Linguamática

Índice

Geração de Expressões de Referência em Ambientes Virtuais 
(Diego dos Santos Silva, Ivandre Paraboni)

Usando Grades de Entidades na Análise Automática de Coerência Local em Textos Científicos 
(Alison Rafael Polpeta Freitas, Valeria Delisandra Feltrim)

NERP-CRF: uma ferramenta para o reconhecimento de entidades nomeadas por meio de Conditional Random Fields 
(Daniela Oliveira F. do Amaral, Renata Vieira)

Realização de Previsões com Conteúdos Textuais em Português 
(Indira Gandi Mascarenhas de Brito, Bruno Martins)

PoNTE: apontando para corpos de aprendizes de tradução avançados  
(Diana Santos)

PDF Completo @ http://linguamatica.com/linguamatica-v6n1.pdf

Licença Creative Commons 

Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Attribution 3.0 .

“James Dixon, a surgeon who contributed many slips to the OED, was shocked when he came across references to “an article called a Cundum” —an older spelling of condom— which he glossed for James Murray as “a contrivance used by fornicators, to save themselves from a well-deserved clap; also by others who wish to enjoy copulation without the possibility of impregnation.” Disturbed by this “very obscene subject,” Dixon made the case that the word was “too utterly obscene” for inclusion in the dictionary. He got his way: the word condom was omitted from the first edition of the OED.
[…] led to the omission of some of the commonest words in the English language” – above all,  fuck and cunt. Both were studiously excluded from The Oxford English Dictionary until the supplement of 1972.”

Lynch, Jack (2009). The Lexicographer’s Dilemma: The Evolution of “Proper” English, from Shakespeare to South Park.  Walker Books, p. 157-158 [Kindle Edition].

Revista Diacrítica (Centro de Estudos Humanísticos; Universidade do Minho) na coleção SciELO Portugal.

Revista Diacrítica na coleção SciELO Portugal

Publicação de

Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho
versão impressa ISSN 0807-8967

Missão

A Revista Diacrítica é o periódico oficial do Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho, subdividido em três volumes distintos que preconizam as linhas de ação do Centro de Investigação que lhe é base: Ciências da Literatura, Ciências da Linguagem e Filosofia e Cultura. Submetido a um rigoroso sistema de arbitragem científica e com manifestação internacional, este periódico tem como principal objetivo publicar e divulgar investigação de excelência, tanto nacional como internacional, no seguimento das suas linhas de ação, acolhendo propostas de publicação de colaboradores internos e externos ao CEHUM que se enquadrem nos seus domínios de estudos.

 

http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?script=sci_serial&pid=0807-8967&nrm=iso&rep=&lng=pt

Lynch, Jack (2009). The Lexicographer’s Dilemma: The Evolution of “Proper” English, from Shakespeare to South Park.  Walker Books, p. 157-158 [Kindle Edition]:

… the English language as a set of circles, some concentric, some overlapping. But these were no ordinary circles. “The English language”, he [James A.H. Murray] explained to the Philological Society in 1880,

is not a square with definite sides containing its area; it is a circle, but a circle such as Euclid never contemplated, having as its centre a point which hath many parts, and nowhere bounded by any line called a circumference. It is a spot of colour on a damp surface, which shades away imperceptibly into the surrounding colourlessness; it is an illuminated area in a midnight landscape, whose beams practically end somewhere, though no eye hath beheld the vanishing line.17

At the center, he explained in the preface, is “a nucleus or central mass of many thousand words whose ‘Anglicity’ is unquestioned.” 18 The “Common Words of the language” include both formal and informal words, but all of them are universally recognized as essential parts of the language. It’s hard to say exactly how large this “central mass” is. […]

But while it’s possible to count the most popular words in English, there’s no way to reckon the least popular words, and as you go further from the “nucleus,” their Anglicity becomes less obvious: “there is absolutely no defining line in any direction,” Murray explained; “the circle of the English language has a well-defined centre but no discernible circumference.” Still he knew that the theoretical question would require a pragmatic answer, and that “the lexicographer must . . . ‘draw the line somewhere.’

17. James A.H. Murray, “Ninth Annual Address,” p. 131.

18. James A.H. Murray et al., “General Explanations,” in OED1, 1:XXVII”

James-Murray

Foto: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:James-Murray.jpg#mediaviewer/File:James-Murray.jpg

Repertorio lexical dicionarizado, contextualizado e exhaustivo do corpus da lírica profana galego-portuguesa, construído a partir do texto (revisado) das cantigas.

Glosario da poesía medieval profana galego-portuguesa (GLOSSA)

Responsável: Manuel Ferreiro (Universidade da Corunha)

Captura de tela 2014-06-11 16.06.30

I Colóquio EMLex em Lexicografia, organizado no âmbito do Mestrado Europeu em Lexicografia (EMLex)
Braga, 20 de março de 2014, das 9h45 às 16h00
Instituto de Letras e Ciências Humanas / Centro de Estudos Humanísticos
Universidade do Minho

PROGRAMA

09h45 | Sessão de abertura
10h00 | Alberto Simões (UMinho): “Candidate Term Extraction from Monolingual Corpora”
10h30 | Zita Hollós (Károli Gáspár University): “KOLLEX & Co. – deutsche korpus – und datenbankbasierte Kollokationslexika. Zukunkftsmusik?”
11h00 Coffee break
11h30 | Stefan Engelberg (Institut für Deutsche Sprache): “Recent developments in the ‘Lehnwortportal Deutsch’ – a dictionary portal that documents loanwords from German in other languages”
12h00 | Eva Buchi (Université de Lorraine): “What are etymological (and etymographical) units made of: vocables or lexemes?”
12h30 | Intervalo para almoço
14h30 | María José Domínguez (Universidade de Santiago de Compostela): “Why should valency dictionaries be developed today? Considerations from a lexicographical and user-oriented perspective”
15h00 | Carlos Valcárcel (Universidade de Vigo): “How do Galician college students use dictionaries today? The UsoDEU questionnaire as a data collection tool”
15h30 | Stefan Schierholz (FAU – Erlangen-Nürnberg): “Methods in Lexicography and dictionary research”

1st EMLex Colloquium on Lexicography

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