Exportação de pessoas

11 Dezembro 2011

A partir deste mês, mais um jovem de 25 anos entra na “zona de conforto” do desemprego.

Este jovem é um bom conhecedor das “zonas de conforto”. Vive, confortavelmente, com os pais, resignando-se a coisas como “baixa essa música”, “na minha casa não quero que cheire a tabaco”, etc. Vive, confortavelmente, com os 600 euros que recebe, perdão, que recebia.

Como está cansado de tanto conforto, vai mudar de ramo para passar a integrar o negócio das exportações. Porque a solução está, como sabemos, nas exportações. Vai exportar-se a si próprio. Porque “Ahora … la …más rentable actividad económica [de Portugal] es la exportación de personas”.

Só que eu, na minha “zona de conforto”, não estou a gostar nada deste voltar ao comércio de exportação de pessoas.

E não apenas porque isso me lembre coisas perturbadoras como o “comércio” de pessoas, os navios negreiros, as mafias angariadoras, os “cayucos”, etc., etc.

É que essa indústria exportadora está a pôr em causa os meus planos para uma velhice na “zona de conforto”. É só ver estes indicadores, anteriores, até, à implementação desta política de exportação de pessoas.

Indices de envelhecimento da população residente (2000-2009). A crescer de 102%, no ano 2000, para 118%, no ano 2009:

E estas taxas de crescimento populacional (natural, migratório e efetivo), também de 2000-2009, a descer:

Saldo migratório: de 47000 no ano 2000, para 15408, no ano 2009

Saldo natural: de 14644, no ano 2000, para -4945, no ano 2009

Fonte dos indicadores: ALEA > Actualidades do INE

Toyota Prius Plug-in (PHEV)

18 Setembro 2011

Consulta: Toyota Prius Plug-in?

Preço?

Melhor as opções “100% elétrico”?

Continuar com o Clio de 1993? (com os tempos que correm!)


– baterias de íon-lítio de 4,4 kWh; de 80 kilos
– 23 km. de autonomia en modo elétrico
– 10,7 segundos de 0 a 100 km/h
– 180 km/h
– consumos médios: 2,1 litros e 49 g/km de CO2 (nos primeiros 100 km., com as baterias carregadas e os primeiros 23 primeros km. em modo elétrico; isto é: para ir trabalhar e voltar).
– carga 100% em 90 minutos (tomada normal)

Fonte: El Blog del Coche Eléctrico > Los coches híbridos del salón de Fráncfort
Imagem: Wikipedia: Toyota Prius Plug-in Hybrid

Somália:  Pesca ilegal e lixeiras tóxicas. Quem são os verdadeiros piratas?

¡Piratas! (link para o documentário com legendas em português)

Duration: 23 minutes and 26 seconds
Country: Spain
Language: Spanish (com legendas)
License: CC – Attribution Non-commercial No Derivatives
Genre: Documentary
Producer: Juan Falque
Director: Juan Falque
Posted by: juanfalque on 28/Jan/2011

Aceitam-se contributos para ajudar  a contrastar esta informação.

(obrigado, Roberto)

Dividocracia

11 Julho 2011

O documentário Dividocracia (Χρεοκρατία, em grego;  Debtocracy, em Inglês), de Katerina Kitidi e Aris Hatzistefanou, que ontem à noite transmitiu a SIC Notícias, pode ser visto diretamente na Internet (está sob licença Creative Commons).
Vale a pena ver.
Só um “mas”: Não faltará também um bocado de auto-crítica? Será que a Grécia não tem nenhuma responsabilidade no assunto?

imagem: fotograma do filme

#15m #nolesvotes #acampadaSol
Movimiento 15-M / Indignados / Spanish revolution (Wikipedia)

foto: Galeria de Pierre:  ¡¡Quiero un futuro!!

Solução para a crise?

13 Abril 2011

Não se preocupem, lá para o outono a população mundial andará pelos 7.000 milhões de pessoas.
Esgotaremos os recursos. Já não se falará em soluções, mas em “do mal o menos”.

(E já ninguém dará pela nosso problema! Estão a ver? A solução será “global”).

 

Isto é que se chama deviar as atenções, hein!
Lembra-me quando eu era criança e desejava “morrer” para me vingar da minha mãe ou do meu pai por me terem ralhado.

Porra, quanto azedume!

gráfico: La Pizarra de Yuri50 años de Gagarin. Y ahora, ¿qué? (também na Wikipedia: Population curve)

Comprar, tirar, comprar é um documentário de  Arte France,  TVE,  Televisió de Catalunya, etc. sobre a chamada “obsolescência programada“, das suas origens em 1920 (com a criação de um cartel para reduzir a vida útil das lâmpadas elétricas) até casos atuais como impressoras, iPods, etc., concebidos e fabricados para “durar menos”.

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