Le Monde passa a cobrar pelos seus artigos na Internet (15 euros/mês, face aos 1,4 euros diários pela edição em papel);

– A partir de junho, haverá que pagar para aceder ao The Times e ao The Sunday Times (de R. Murdoch);

The New York Times volta a tentar, a partir de janeiro, um sistema de pagamentos para aceder a parte dos seus conteúdos;

The Wall Street Journal e The Financial Times já exigem pagamento para aceder a partes dos seus conteúdos;

Subscrições aos jornais no Kindle, da Amazon (o Público, por exemplo), e no iPad, da Apple;

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Estou ansioso por ler Todo va a cambiar, porque é verdade que algo está a mudar no acesso aos conteúdos por internet, mas não sei se será no sentido em que, calculo*, apontará Enrique Dans, o autor.

* Posso estar a meter mesmo o pé na poça, porque ainda não li o livro: estou à espera da versão ebook, não para iPhone, mas para o Kindle (será que alguém consegue ler livros inteiros no iPhone?)

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Fonte: ElPaís.com:
‘Le Monde’ cobrará por sus contenidos de papel en Internet
‘The Times’ introduce un pago diario o semanal en Internet
‘The New York Times’ cobrará por parte de sus contenidos en Internet en 2011

Imagem:  AmazonPÚBLICO (Kindle Edition)

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carros elétricos?

23 Março 2010

Tive de comprar um segundo carro. Era difícil continuar só com um carro, para servir 3 pessoas com diferentes horários, e com casa a 10 km.
Continuo à espera dos carros elétricos, assim que a opção foi um carrinho velho, com 17 anos!
À espera do Nissan Leaf, por exemplo?

foto: Wikipédia: Nissan Leaf

NOTA:  Estreamos carro de 1993 e Acordo Ortográfico de 1990

A Greenpeace publicou um vídeo no YouTube a denunciar a devastação da floresta da Indonésia e a ameaça para espécies em perigo que supõe a produção de óleo de palma para a Nestlé.

A empresa conseguiu retirar o vídeo argumentando direitos de autor, o que provocou mais publicidade para a campanha de Greenpeace.

O mesmo aconteceu na página da Nestlé em Facebook, que foi aproveitada pelos activistas da Greenpeace para publicar lemas e “adaptações” dos logotipos da empresa.

imagem: Grenpeace > Ask Nestlé to give rainforests a break

A Nestlé voltou a escudar-se nos “direitos de autor” para censurar comentários. Mas, mais uma vez, o efeito Streisand obrigou a empresa a pedir desculpas:
“This (deleting logos) was one in a series of mistakes for which I would like to apologize. And for being rude. We’ve stopped deleting posts, and I have stopped being rude.”
fonte da citação: Cnet > Nestle mess shows sticky side of Facebook pages

fonte Vieiros: Nestlé perde contra os ecoloxistas nas redes sociais

Imagem do dia 16 de Março de 2010 da Wikimedia CommonsHrabovo, Ružomberok (Slovakia)

Autor:  Pudelek (Marcin Szala)

Texto do semanário galego A Nosa Terra  (O tradutor da Xunta deturpa os topónimos)  “traduzido”*  para português pelo tradutor automático Apertium (alterações manuais assinaladas):

«O Gabinete de Roberto Varela [conselheiro de Cultura da Junta da Galiza] pôde ter empregado o tradutor com o que trabalha a Junta para converter ao castelhano o texto no que o conselheiro de Cultura acabou lendo “Desván de los Monges”. E é que das principais ferramentas automáticas —  incluída o Apertium, no que se baseia o Opentrad, e a empregado pelo Instituto Cervantes — só a da Junta traduz Sobrado dos Monges por “Desván de los Monges”.

O tradutor que oferece o Governo galego foi contratado pelo Executivo de Fraga, através do Centro Ramón Pinheiro, à empresa catalã Incyta – telefonema chamado depois Translendium e agora Lucy Software — por um preço considerável. A Junta tratava então de contrarrestar neuralizar o projecto da Universidade de Vigo, com fundos do Ministério de Indústria, que trabalhava na posta em funcionamento do Apertium.

Sistema fechado

A diferença do tradutor da Universidade de Vigo, de código aberto para fazer sobre ele toda caste tipo de modificações, o empregado pela Junta é um sistema fechado que, para qualquer actualização, requer de novos pagamentos à empresa matriz. Ao contrário que acontece com o da Junta, os tradutores renovam-se com o passo do tempo e adaptam-se aos antropónimos mais usuais e aos neoloxismos neologismos.

Assim, na actualidade, o Apertium reconhece o apelido Zapatero e não aplica Sapateiro para se referir ao presidente do Governo espanhol. Também incorporou ao sistema o Nomenclátor, de modo que reconhece os topónimos e antropónimos e evita traduções não desejadas como a de Desván de los Monjes ou a de Toro

*  As aspas em “traduzido” não são por causa da tradução automática. Mas não estou com paciência para explicar.

Adam (tablet + e-book)

13 Março 2010

tablet Adam, da Notion Ink, tem um ecrã que pode alternar entre a versão a cores de um tablet (semelhante à do iPad, da Apple) e uma a preto e branco em função e-ink ou e-paper (semelhante aos ecrãs do Kindle ou do Sony Reader).

Fonte:  Expresso > Chuva de tablets: Conheça os rivais do iPad

Fotos: NotionInk

Morreu Miguel Delibes (Valladolid, 1920 – 2010), o romancista “castelhano”.

Vale a pena ler, por exemplo, Cinco horas con Mario, um solilóquio excelentemente adaptado ao teatro pela atriz Lola Herrera.

Fonte: El País: Muere Miguel Delibes, alma del castellano

Fotografia: Wikipedia: Miguel Delibes.

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