Caminhos sociais

29 Abril 2008

Desire paths” é um grupo de Flickr dedicado a recolher fotografias de caminhos, passeios, etc. que, ao serem concebidos (ou apenas construídos), não foram tomadas em conta as necessidades dos seus usuários.

via: Blog de Usolab > Caminos sociales

fotografia: Divergent Paths > iirraa


«…”a transformação massiva de culturas em biocombustível provocou a escalada de preços de produtos básicos essenciais para a sobrevivência de milhões de pessoas”.
Segundo dados da FAO, Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, no último ano o trigo encareceu 130%, o arroz 74%, a soja 87% e o milho 53%. Ziegler [relator especial da ONU para o Direito à Alimentação] sublinhou que, “se na Europa uma família dedica à alimentação 10% do seu orçamento, no mundo em desenvovimento essa proporção pode chegar a 90%”.»

texto e fotografia: ELPAÍS.com > La ONU culpa de la crisis alimentaria a la “política aberrante” del FMI

«Although traditionally dictionaries have attempted to explain the usage of language through accurate definitions curated by professional lexicographers, the interactive nature of the Internet has made room for a new linguistic tool: user-generated dictionaries. Online user-generated dictionaries, such as the Urban Dictionary (www.urbandictionary.com), depart from the established role of the dictionary as a repository of authoritative information to act as a forum for users to explore the social uses of language, make commentary on cultural trends, and respond to the definitions created by others. And there is no vocabulary better than slang to inspire a host of creative definitions. Colloquialisms and slang provide an ideal example of the mutability of the English language and are exemplary of the manner in which speakers of a language change it to suit their needs.»

em: think-u-bator > The Forefront of Lexicography: User-Generated Dictionaries

via: omnis persuasio carcer est > Dicionários criados pelo usuário

«Me pasma el papanatismo que se extiende por el mundo culinario. Si te sirven media docena de ostras del copetín, frescas como una lechuga y recién llegadas de Arcade, te han colocado una vulgaridad. Pero si escogen sólo una ostra de dudoso origen, la flambean lentamente con un poco de jerez y te la colocan en un plato enorme con un par de churretes de zanahoria caramelizada y polvo de maíz ligeramente tostado, tienes que derretirte en el acto entre exclamaciones de éxtasis.»

Javier Ortiz > El dedo en la llaga > La nueva cocina

bem-vinda ao Ubuntu

26 Abril 2008

A Patrícia F. escreve o seguinte comentário ao meu post Ubuntu 8.04 :

«A questão que sempre me ponho perante a instalação do Ubuntu no meu computador é a de saber se podemos efectivamente prescindir do Windows e utilizar unicamente, exclusivamente, software livre. Pdemos fazê-lo se estivermos desligados de obrigações, digamos, institucionais. Como bem dizia o professor JJ, porquê usar software livre se as instituições públicas nos obrigam a ter Windows impreterivelmente. Não podemos redigir, por exemplo, uma tese, um qualquer trabalho académico, no “word processor” que disponibiliza o Ubuntu.
Esta questão é muito séria! Usar Ubuntu é uma questão de princípios, princípios estes que deveriam ser tidos em conta ao nível das instituições. Todos nos interrogamos sobre a quase imposição do Windows no nosso espaço e é impossível – pelo menos para mim – deixar de vê-lo como uma violação da nossa liberdade (de escolha). E a mim repudia-me, seriamente, o descaso político destas questões de princípios.
É verdade que já se vão vendo títulos de notícias anunciando a adopção de software livre em instituições públicas, um pouco por todo o mundo. Talvez seja uma questão de tempo.
Assim, decidi hoje descarregar o Ubuntu 8.04 para o meu pc.»

Aproveito o comentário da Patrícia e escrevo a resposta em forma de post, porque não é a primeira pessoa que me faz comentários semelhantes e, pior ainda, ainda há quem pense que com Ubuntu tem que ir à consola e escrever “linhas de comando”:

“Bem-vinda ao clube”, Patrícia. Vai gostar da sensação.

Mas tem toda a razão quando diz que “somos obrigados” a usar Windows. Eu resolvo a questão de duas maneiras: tenho instalados os dois sistemas no meu computador. Normalmente uso Ubuntu, mas às vezes tenho que iniciar no Windows (cada vez menos).

Também tenho, no Ubuntu, uma cópia virtual do meu Windows, onde posso arrancar os meus dicionários (Houaiss, Aurélio, María Moliner, RAE, etc.).


Se decidir instalar os dois sistemas no mesmo computador, o mais difícil é a questão da partição do disco, porque instalar o Ubuntu (sem dividir o disco com o Windows) é facílimo. Se optar pela partição do disco, se calhar vai precisar de ajuda.

Também pode experimentá-lo directamente no CD, sem instalá-lo, ou instalá-lo num computador mais antigo (não muito, claro).

Outra possibilidade (que eu ainda não experimentei) é instalar o ubuntu no Windows, como se fosse uma aplicação mais (com o Wubi). Pelos vistos, os usuários também poderão decidir por instalar em uma partição separada se quiserem. Pelo que li, o Wubi não é uma solução definitiva (serve para “ver como é”)

Outra coisa: com o OpenOffice pode abrir documentos do Microsoft Office. E também pode gravar neste formato (para poder abrir um documento Word, por exemplo, num computador com Windows).

Por último, na Internet poderá encontrar muitos sítios com conselhos, dicas, etc. para aprender mais sobre Ubuntu e sobre Linux, para a ajudar com eventuais problemas.


Ah! E se eu puder ajudar…


Insisto: Vai gostar da “sensação”.

Vejo em ElPaís.com vídeos de agressões contra algumas pessoas por parte de seguranças privados do Metro de Madrid.

Continuemos a emagrecer o Estado. Deixemos, também a segurança, em mãos privadas.

Não, os agredidos não tinham gravata.

Fonte: ELPAÍS.com > Los implicados en las grabaciones siguen habilitados para trabajar



Finalmente!

Com o novo Ubuntu 8.04 consigo “Suspender” o meu portátil!

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