O projecto LibriVox

27 Outubro 2006

Librivox é uma biblioteca digital de livros, do domínio público, em formato áudio, lidos por voluntários. O projecto começou em Agosto de 2005. As gravações de LibriVox são principalmente em inglés, embora haja algunas gravações em alemão, espanhol, italiano, hebreu, finlandês, latim e inglês antigo.

Da Wikipedia (s.v. LibriVox)

«Objetivo de LibriVox
Tornar disponíveis na Internet todos os livros no domínio público, gratuitamente, em formato de áudio.
Princípios Fundamentais
O LibriVox é um projeto não-comercial, sem fins lucrativos e livre de anúncios publicitários
O LibriVox doa suas gravações ao domínio público
O LibriVox é conduzido por voluntários
O LibriVox mantém uma estrutura flexível e aberta
O LibriVox acolhe todos os voluntários de todas as partes do mundo
O que fazemos em LibriVox
Os voluntários do LibriVox gravam capítulos de livros no
domínio público, e nós publicamos os arquivos de áudio na Internet (através de podcast, catálogo, e bit torrent). Somos um projeto totalmente voluntário, de código aberto, conteúdo grátis e domínio público, e operamos quase exclusivamente através de comunicações da Internet. Temos uma estrutura plana, projetada de forma a permitir que as pessoas façam o que desejam fazer, mas temos vários tipos de voluntários ligeiramente diferentes:
“Readers” (Leitores), que lêem capítulos de livros, ou poemas, ou obras curtas;
“Book Coordinators” (Coordenadores de Livro), que organizam um grupo de Leitores para completar um livro.
“Moderators” (Moderadores), que orientam os Leitores e os Coordenadores de Livro;
“Meta Coordinators” (Meta Coordenadores), que são responsáveis por catalogar os projetos concluídos;
“Admin” (Administradores), que fazem outras coisas.
Obtemos a maioria dos nossos textos do Projeto Gutenberg e do Internet Archive . Nossos arquivos de áudio são hospedados por ibiblio.org.
Catálogo:
Lista de Obras Completas
Novidades?: recentemente catalogado
Utilize os links abaixo para navegar pelas sub-seções.
Livros Completos
Obras Curtas Completas
Poesia Completa
Índice de Poesia, Contos e outras obras curtas
Literatura Infantil
Não-ficção
Projetos Concluídos em outras línguas
Pendente – Projetos Colaborativos
Pendente — Projetos Colaborativos em outras línguas.
Pendente — Projetos Solo
Pendente — Projetos Solo em outras línguas »

Da página de LibriVox (http://librivox.org/)

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Ricardo Bada, em Letras Libres, aconselha ler o livro de David Bodanis E = mc2 :
“También por las servidumbres humanas que pone al descubierto. Por ejemplo, el ninguneo histórico de tres mujeres cuyos trabajos fueron esenciales para el progreso en esta materia específica: la francesa Emilie du Châtelet (una aristócrata apasionada por la investigación científica, además de amante y compañera de trabajos de nadie menos que Voltaire), y junto a ella, lejana ya en el tiempo, dos contemporáneas: la austriaca Lise Meitner (a quien en realidad corresponden la gloria de que disfruta, y el Premio Nobel que recibió, Otto Hahn) y la inglesa Cecilia Helena Payne-Gaposchkin, la primera en desentrañar el misterio de la composición química del sol.”

Recensão completa do livro de David Bodanis, E = mc2 em Letras Libres

«”Não há milagres. As tarifas vão ter de subir, por mais que isso custe às pessoas e aos governos.” Nuno Ribeiro da Silva, ex-secretário de Estado da Energia e presidente da Endesa Portugal, sobre a subida dos preços de electricidade numa altura em que a liberalização do mercado eléctrico chega aos consumidores» (Expresso).

Vejamos:

1. A liberalização da distribuição da energia eléctrica será boa para os consumidores porque abre o mercado à concorrência.
2. Os eventuais concorrentes da EDP não poderão entrar no mercado português porque, dizem, os preços da electricidade em Portugal estão abaixo dos custos.
3. A solução do Governo é aumentar 15,7 % o preço da electricidade para os consumidores domésticos.
4. A técnica dos saldos: Agora fala-se em aumentar “apenas” entre 6 ou 8 % (ah!, bom!, dirão os mais ingénuos).
5. Conclusão: A privatização dos serviços públicos só prejudica os consumidores (embora também haja quem pense que a culpa de tudo é do consumidor!)

Não à privatização dos serviços nos termos do Acordo Geral Sobre o Comércio de Serviços (AGCS)

Teorias conspiratórias

19 Outubro 2006

Interessante o primeiro parágrafo de “Os governos mentem” de Boaventura de Sousa Santos (via fírgoa), com frases como:

Por exemplo, se o governo português divulgasse as verdadeiras pressões e motivos que subjazem à proposta de alteração do sistema de pensões, desacreditar-se-ia perante os que o elegeram

Pena os dois últimos parágrafos, com alguns devaneios “conspiratórios”. Isso, ou se prova, ou só serve para desacreditar as pessoas e os meios que as divulgam. Teorias conspiratórias há muitas. Eu conheço outra, sobre a ETA e os atentados de Madrid do 11M, que dava jeito a alguns.
Na revista Consumer.es Eroski podemos ler, no artigo ¿Por qué sigue triunfando el spam?, alguns conselhos para reduzir os “e-mail lixo” nas nossas caixas de correio:
No distribuir el correo en el IRC, los sistemas de mensajería instantánea o los juegos online. Las paredes virtuales tambien escuchan.
No entregar los datos alegremente para participar en encuestas o ver un vídeo en la Red. Comprobar que la empresa o servicio es de fiar.
Leer atentamente las condiciones de uso: muchas veces incluyen una cláusula en la que se permite la venta de los datos a terceros con finalidad comercial.
Utilizar una cuenta de correo desechable (‘pook mail’) para suscripciones a listas de correo masivas y servicios en la Red. Utilizar a la vez una privada para el correo personal y no confiársela a nadie.
No publicar la direccion en la Red. Si es necesario, usar una imagen, codigo ASCII o sustituir la arroba y el punto por las palabras ‘arroba’ y ‘punto’. Cualquier cosa menos la dirección y el dominio. Millones de robots trabajan dia y noche para hacerse con esos datos.
No enviar ni contestar ‘correos cadena’. Ademas de comprometer el propio correo, se destapa también el de los demas. Si es imprescindible enviar un correo a varias personas a la vez; mejor utilizar la copia oculta.
No abrir correos de desconocidos; siempre es mejor eliminar los correos sospechosos sin abrir.
Nunca se deben abrir archivos adjuntos, especialmente si son ejecutables: son fuentes de infección del ordenador y de programas espía.
No responder al correo publicitario no solicitado, aunque se ofrezcan a eliminar la dirección del usuario de su base de datos si se responde. Comprobar primero que la fuente es verídica y envíar una protesta formal si han enviado publicidad sin permiso.
Utilizar filtros de spam efectivos y actualizados. Las cuentas de correo webmail suelen permitir configurarlos.
Utilizar los recursos disponibles en el sistema para generar listas negras (direcciones IP y dominios) de spam. De este modo no sólo se elimina de la bandeja, sino que se contribuye a limpiar la Red.

Octubre, 2006

Querido amigo,
Querida amiga,

Parisa, Iran, Khayrieh, Shamameh, Kobra, Soghra y Fatemeh son siete mujeres iraníes condenadas a morir lapidadas. Quizá no tengamos mucho tiempo para actúar.

La República de Irán trata el adulterio como un delito castigado con la pena de muerte por lapidación, violando el Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos, que garantiza el derecho a la vida y prohíbe la tortura.

Parisa, Iran, Khayrieh, Shamameh, Kobra, Soghra y Fatemeh han sido injustamente condenadas a la pena más cruel, inhumana y degradante, la de la pena de muerte.

Pero aún estamos a tiempo de parar su ejecución. No te quedes en silencio.
Alza tu voz para intentar salvarlas.
Un afectuoso saludo,

Esteban Beltrán
Director – Amnistía Internacional


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Leio no Portal Galego da Língua o seguinte texto de Valentim R. Fagim:

“En la universidad las tesis deberían estar escritas en español o en un gallego susceptible de ser entendido, sin problemas, por un español-hablante». Estas palavras foram proferidas por um jurado de umha tese de doutoramento redigida em «português» e vem a resumir, como poucos textos, o que o Statu Quo reserva para o «galego»: a dialectalizaçom.”

Não tenho dúvidas sobre a dialectalização do galego. Não apenas no que se refere ao léxico mas também à combinatória lexical, cada vez mais castelhanos.

Leia-se, por falar nisso (“por certo”), “Traduzir galego”, um texto de Fernando Venâncio na revista Actual do Expresso de ontem, dia 14 (o sublinhado é meu):

… o galego actual, mesmo o literário, encontrasse repassado de castelhano. Tal como, um dia, sucedeu ao português. Mas as descoincidências connosco são inúmeras. Assim, um bom tradutor do galego tem de sê-lo, também, do espanhol. Esquecer isso é expor-se a riscos.”

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