Revista Agália

25 Novembro 2011

Volume 101 de Agália. Revista de Estudos na Cultura

Conteúdos:

Biblioteca Escolar e Escola: Uma relação evidente?
School Library and School: An Obvious Relation?
Verônica Maria de Araújo Pontes

Astrologia e Manuscritos Medievais Judaicos: Interfaces
Astrology and Medieval Jewish Manuscripts: Interfaces
Aléxia Teles Duchowny

Ora, Que História É Eça?
So, What History Is This (Eça)?
João Felipe Barbosa Borges

Fernando Pessoa: O Cientista de Depois de Amanhã
Fernando Pessoa: The After Tomorrow Scientist
Caio Cagliardi

Um Paradoxo do Tempo Pós-Moderno
A Paradox ofPostmodern Time
Celeste Natário

Camilo José Cela e um suposto vocabulário do baralhete
Camilo José Cela and a Supposed Vocabulary of“Baralhete”
Jorge Rodrigues Gomes

Agália. Revista de Estudos na Cultura

ISSN: 1130-3557.
Depósito Legal: C-250 – 1985 (versão em papel)
Edita: Associaçom Galega da Língua (AGAL)
URL: http://www.agalia.net
endereço-eletrónico: revista@agalia.net
endereço postal: R/ Santa Clara nº 21, 15704 Santiago de Compostela (Galiza)
Periodicidade Semestral (números em junho e dezembro)
Diretor: Roberto López-Iglésias Samartim
Indexada nas bases de dados de dialnet e da CAPES

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“…Resulta obvio para cualquiera fuera de los Estados Unidos que nuestras archimuletillas, multiculturalismo y diversidad, son fachadas que encubren (en muchos casos involuntariamente) una tendencia global a erradicar las diferencias culturales. El pilar básico del multiculturalismo (o de «honrar la diversidad», o como se quiera llamarlo) es que las personas tienen que dejar de juzgarse unas a otras —dejar de aseverar (y, gradualmente, dejar de creer) que esto está bien y esto está mal, que una cosa es fea y otra hermosa, que Dios existe y tiene estas o aquellas cualidades.
La lección que la mayor parte de la gente ha extraído del siglo XX es que, para que un gran número de diferentes culturas coexistan pacíficamente en el globo (o incluso en el barrio), es necesario que la gente suspenda el juicio de este modo. De ahí (argumento) nuestra sospecha, u hostilidad, respecto de todas las figuras de autoridad en la cultura moderna. Como explicó David Foster Wallace en su ensayo E Unibus Pluram, este es el mensaje fundamental de la televisión; es el mensaje que la gente se lleva a casa, de cualquier modo, tras llevar inmersos en los medios el tiempo suficiente. No está expresado en esos términos altisonantes, claro. Se transmite a través de la presunción de que todas las figuras de autoridad —maestros, generales, policías, sacerdotes, políticos— son bufones hipócritas, y que el cinismo descreído es el único modo de ser.
El problema es que una vez que nos hemos librado de la capacidad de juzgar lo bueno y lo malo, lo verdadero y lo falso, etc., ya no queda cultura. Todo lo que queda son los bailes folclóricos y el macramé. La capacidad de juicio, de creencia, es el fin mismo de tener una cultura…”

Neal Stephenson (1999) En el principio… fue la línea de comandos, págs. 71.72

Neal Stephenson (1999) In the beginning… was the command line (versão original em inglês).
Multiculturalism 1

Foto: Multiculturalism 1, de Robert Taylor (também na Wikipedia > Multiculturalism)

As etiquetas HTML são muito poderosas:
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Imagem de Jesper Rønn-Jensen
(via FUTUReBOOK > New Tricks)

1 University of Cambridge …………………………………..18.396 alunos
2 Harvard University………………………………………….21.225 alunos
3 Massachusetts Institute of Technology (MIT) ………10.384 alunos
4 Yale University ………………………………………………11.593 alunos
5 University of Oxford…………………………………………21.000 alunos

17 McGill University……………………………………………….33.568 alunos
18 ETH Zurich (Swiss Federal Institute of Technology)…17.172 alunos

22 University of Hong Kong……………………………………21.652 alunos

25 The University of Tokyo……………………………………..28.697 alunos
26 Australian National University…………………………….17.427 alunos

169 Universidad Nacional Autónoma de México ………314.557 alunos

Fonte: QS World University Rankings® 2011/2012 e Wikipédia (nº de alunos)

Para My Wish List:
Alberto Cairo (2011) El arte funcional: Infografía y visualización de la información. Madrid: Alamut Ediciones. ISBN 9788498890679

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Web: El arte funcional: Infografía y visualización de la información, com cinco miniconferencias em vídeo com as ideias centrais de ‘El arte funcional’

Índice

Índice ………………………………………………………………………………………..8
Introducción: infografía y visualización……………………………………………..12
Parte 1: Fundamentos……………………………………………………………….18
Capítulo 1 – Por qué visualizar: de la información a la sabiduría ………………. 20
Capítulo 2 – Forma y función: la visualización como tecnología ………………..38
Capítulo 3 – La paradoja de la belleza: arte y eficacia comunicativa……………..58
Capítulo 4 – Exposición, exploración y el desafío de la complejidad ……………. 86
Parte 2: Historia………………………………………………………………………..104
Capítulo 5 – Aquí hay dragones: sobre los orígenes de los mapas…………………106
Capítulo 6 – Luces de la razón: el nacimiento de la ilustración científica………..122
Capítulo 7 – Un ingeniero escocés y un siglo de revoluciones………………………136
Parte 3: Cognición ……………………………………………………………………. 158
Capítulo 8: El ojo y el cerebro visual…………………………………………………….160
Capítulo 9: La percepción no sentida …………………………………………………. 178
Capítulo 10: Imágenes en la mente……………………………………………………..196
Apéndice …………………………………………………………………………………..210
El proceso de creación de gráficos informativos ……………………………………. 214
Apuntes finales y agradecimientos ……………………………………………………. 242
Notas ………………………………………………………………………………………… 244
Bibliografía …………………………………………………………………………………. 248

imagem: Web de El arte funcional

Há um par de meses, descobri no Blog de libros y bitios (em De imagen a imagen vía Google), de José Antonio Millán, um possível uso do serviço de detecção de imagens semelhantes do Google imagens: localizar imagens reutilizadas.
No Google imagens podemos obter imagens semelhantes arrastando e soltando uma imagem na janela de pesquisa (ou escrevendo o endereço URL de uma imagem da Web).
José Antonio Millán experimentou com uma fotografia dele de 2003 de uma instalação de Alicia Martin, e que publicou no Blog de libros y bitiosUniversal inundación de libros») em 2006. Millán detectou a fotografia em mais de um milhar de sites, dos quais praticamente nenhum citava a autoria da obra e da fotografia, a licença com que foi publicada ou a página de onde ela foi tirada.
Fiz a mesma experiência com esta foto de um ouriço-cacheiro:

publicada, em junho de 2008, neste blog, no Flikr e no Wikimedia Commons.

O resultado foi que dos mais de trinta resultados do Google (aproximadamente, pois alguns eram repetidos), apenas três sítios indicavam a fonte da imagem.
Algumas das páginas eram claramente trabalhos escolares feitos por estudantes que, provavelmente, ninguém ensinou a citar fontes e, mais importante ainda, que isso enriqueceria o seu trabalho.

Linguamática. Revista para o Processamento Automático das Línguas Ibéricas

linguamatica1

Até 15 de Novembro, a Linguamática, Revista para o Processamento Automático das Línguas Ibéricas, está aberta à receção de artigos.
Os artigos serão publicados electronicamente e colocados à disposição da comunidade científica com licença Creative Commons.

Temas de interesse:
* Morfologia, sintaxe e semântica computacional
* Tradução automática e ferramentas de ajuda à tradução
* Terminologia e lexicografia computacional
* Síntese e reconhecimento da fala
* Extração/recolha de informação
* Resposta automática a perguntas
* Linguística de corpus
* Bibliotecas digitais
* Avaliação de sistemas de processamento de linguagem natural
* Ferramentas e recursos públicos ou cooperativos
* Serviços linguísticos na rede
* Ontologias e representação do conhecimento
* Métodos estatísticos aplicados à língua
* Ferramentas de apoio ao ensino de línguas

Envio de artigos

Os artigos devem ser enviados em PDF utilizando o sistema
electrónico da revista (http://www.linguamatica.com/). Embora o
número de páginas dos artigos seja flexível, sugere-se que não
excedam as 20 páginas. Os artigos devem ser devidamente
identificados. Do mesmo modo, os comentários dos membros do
comité científico serão devidamente assinados.

Os artigos deverão ser escritos em português, galego, castelhano,
catalão, basco ou inglês. Contudo, convidam-se os autores a
apresentar as suas contribuições numa das línguas da Península
Ibérica sempre que tal seja possível. Só serão publicados
artigos em inglês quando nenhum dos autores tiver compêtencia
linguística numa das línguas preferidas da revista (ou seja,
português, galego, castelhano, basco ou catalão) e sempre que os
editores considerem o artigo relevante para a ser publicado na
revista.

Os artigos têm de seguir o formato da revista. Existem modelos
LaTeX, Microsoft Word e OpenOffice.org na página da Linguamática
(http://www.linguamatica.com/).

Informação sobre os Editores e a Comissão Científica da Linguamática encontra-se aqui.

Contacto
Para qualquer questão deve dirigir-se a: editores@linguamatica.com

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