Gripe das aves

31 Março 2006

Através de vários meios (e-mail, DigitalPMfarma, DiscoveryDSalud, esta última, por enquanto, apenas na versão em papel) chegou-me a notícia de que por trás do alarme social provocado pela ameaça de pandemia da gripe das aves (à que são destinados milhões de euros para a compra de Tamiflu, um remédio sobre o que se questiona a sua eficácia) podem estar obscuros interesses. Sem, obviamente, querer pôr em causa as fontes referidas e, perante reservas como as que foram levantadas pelo própio presidente da Sociedad Española de Epidemiología, Ildefonso Hernández-Aguado, ou o cientista Manuel Elkin Patarroyo, (mais do que simples reservas de Manuel Elkin Patarroyo no semanário A Nosa Terra) não valeria a pena difundir e contrastar estas informações?

Gripe aviar?

31 Março 2006

Extracto do Editorial do número 81 (Abril-2006) da revista DSALUD, por José Antonio Campoy
(Obrigado, Alba)
¿Sabes que el virus de la gripe aviar fue descubierto hace 9 años en Vietnam?
¿Sabes que desde entonces han muerto apenas 100 personas EN TODO EL
MUNDO TODOS ESTOS AÑOS?
¿Sabes que los norteamericanos fueron los que alertaron de la eficacia del TAMIFLU (antiviral humano) como preventivo?
¿Sabes que el TAMIFLU apenas alivia algunos síntomas de la gripe común?
¿Sabes que su eficacia ante la gripe común está cuestionada por gran parte de la comunidad científica?
¿Sabes que ante un SUPUESTO virus mutante como el H5N1 el TAMIFLU apenas aliviara la enfermedad?
¿Sabes que la gripe aviar hasta la fecha solo afecta a las aves?
¿Sabes quien comercializa el TAMIFLU? LABORATORIOS ROCHE
¿Sabes a quien compró ROCHE la patente del TAMIFLU en 1996? A GILEAD SCIENCES INC.
¿Sabes quien era el Presidente de GILEAD SCIENCES INC y aun hoy principal accionista? DONALD RUMSFELD, actual Secretario de Defensa de USA
¿Sabes que la base del TAMIFLU es el anís estrellado?
¿Sabes quien se ha quedado con el 90% de la producción mundial de este árbol? ROCHE
¿Sabes que las ventas del TAMIFLU pasaron de 254 millones en el 2004 a mas de 1000 millones en el 2005?
¿Sabes cuantos millones más puede ganar ROCHE en los próximos meses si sigue este negocio del miedo?
O sea que el resumen del cuento es el siguiente: Los amigos de Bush deciden que un fármaco como el TAMIFLU es la solución para una pandemia que aún no se ha producido y que ha causado en todo el mundo 100 muertos en 9 años.
Este fármaco no cura ni la gripe común. El virus no afecta al hombre en condiciones normales. Rumsfeld vende la patente del TAMIFLU a ROCHE y este le paga una fortuna. Roche adquiere el 90% de la producción del anís estrellado, base del antivírico. Los Gobiernos de todo el Mundo amenazan con una pandemia y compran a ROCHE cantidades industriales del producto. Nosotros acabamos pagando el medicamento y Rumsfeld, Cheney y Bush hacen el negocio….
¿ESTAMOS LOCOS, O SOMOS IDIOTAS? AL MENOS PÁSALO PARA QUE SE SEPA.

Actividades culturais do 2º trimestre numa escola pública de Braga. Ao entrar no auditório: um grande altar com círio pascal, Bíblia e crucifixo. Num dado momento, um padre a contar-nos uma história pascal meio macabra (com paisagens sanguinárias, ao gosto de uma Igreja católica que pensei já ultrapassado) e as crianças a recitar “a doutrina” (com aquela cadência, aquela récita , que também julguei ultrapassada). Um retrocesso no mínimo chocante.
Lembrete: Michel Onfray (2006) Tratado de ateología, Bracelona, Anagrama [Trad. de Luz Freire de Traité d’athéologie, Paris, Grasset, 2005.]

Excelente o livro editado por M. Ferro para ajudar a entender este “mundo globalizado do pensamento único” (leia-se colonizado):
Ferro, M. (ed.) (2005) El Libro Negro del Colonialismo. Madrid: La Esfera de los Libros .

V.O.: Ferro, M. (ed.) (2003) Le livre noir du colonialisme, XVIe-XXIe siècle: de l’extermination à la repentance. Paris : Robert Laffont/Hachette .

Esperava-se de um sítio como Barrapunto um esforço de moderação maior do que acabo de ver nos comentários ao post I Jornadas UDC de Arte Artificial en La Coruña (de 23/03/2003): São atribuídos vários “0” y “1” aos posts sobre a questão do topónimo (A Corunha/A Coruña/La Coruña), pontuação com a que concordo (independentemente da minha posição sobre o assunto do topónimo), uma vez que estes comentários não incidiam sobre o tema do post inicial. Mas, segundo se vai avançando no fio dos comentários, vão sendo atribuídos sistematicamente “0” aos de um lado (A Corunha, A Coruña) e “0”, “1” ou “2” aos posts que defendem a posição contrária (La Coruña), embora continuem, ambos, a tratar da questão do topónimo, e não do tema do post inicial.

Depositado no RepositoriUM (Serviços de Documentação da Universidade do Minho): (http://hdl.handle.net/1822/3318 )

Título:
Dicionários codificadores
Autor :
Iriarte Sanromán, Álvaro
Palavras Chave:
Dicionários, Lexicografia
Data :
2004
Editora:
Universidade do Minho. Centro de Estudos Humanísticos
Citação:
SOUSA, Carlos Mendes de ; PATRÍCIO, Rita, org. – “Largo mundo alumiado : estudos em homenagem a Vítor Aguiar e Silva”. Braga : Centro de Estudos Humanísticos Universidade do Minho, 2004. ISBN 972-8063-24-5. vol. 1. p. 81-98.
Resumo:
O objectivo deste trabalho será mostrar em que medida os principais dicionários monolingues portugueses de que dispomos no mercado fornecem informação (gramatical, combinatória, pragmática, etc.) suficiente para servirem como ferramentas para produzir ou codificar um texto em português. Tentaremos quantificar, de maneira aproximada, esta informação, para assim poder justificar a resposta a perguntas que frequentemente me foram colocadas, do tipo: Qual é o melhor dicionário de português? Que dicionário posso utilizar para aprender português? Que dicionário me pode ajudar a escrever em português?, etc.
URI:
http://hdl.handle.net/1822/3318
ISBN:
972-8063-24-5
Aparece nas Colecções:
CEHUM – CL – Livros e Capítulos de Livros
Depositado no RepositoriUM (Serviços de Documentação da Universidade do Minho) (http://hdl.handle.net/1822/4573)

Título:
A unidade lexicográfica : palavras, colocações, frasemas, pragmatemas
Outros Títulos:
The lexicographic unit : words, collocations, phrasemes, pragmatemes
Autor :
Iriarte Sanromán, Álvaro
Orientador:
Vilela, Mário
Data :
2000
Resumo:
O objectivo principal deste trabalho é definir e delimitar o conceito de unidade lexicográfica, demonstrando a adequação de determinadas estruturas sintagmáticas como unidades de análise e descrição lexicográficas. Concebemos as unidades lexicográficas como entidades que se caracterizam por: 1) ter um carácter variável; 2) não ser necessariamente composicionais; 3) não possuir um carácter discreto, mas gradual e contínuo; 4) não ser independentes do co-texto e do contexto em que ocorrem; 5) não poder ser descritas completamente pelas regras gerais da gramática. Ignorar o facto de que as relações sintagmáticas estabelecidas entre as palavras dentro de uma determinada estrutura fazem parte do significado das mesmas conduzirá a uma concepção do enunciado como uma combinação de elementos discretos (as palavras, os monemas) e, consequentemente, a erros na análise lexicográfica como a atribuição a uma palavra de um sentido que, em rigor, vem dado pela combinação dessa palavra com out…
Descrição :
Tese de doutoramento em Ciências da Linguagem – Linguística Aplicada.
URI:
http://hdl.handle.net/1822/4573
Aparece nas Colecções:
CEHUM – CL – Teses de DoutoramentoBUM – Teses de Doutoramento
Post enviado a barrapunto para eventual publicação:
Enviado por debuxo http://debuxos.blogspot.com/ a las 2006-03-15 12:35:19 debuxo nos cuenta: «La posición dominante de Google puede ser un problema. Como nos enseñan los discursos sobre la biodiversidad, considerar los problemas desde diversas perspectivas aumenta la probabilidad de adecuación de la respuesta. La diversidad es garantía de durabilidad y de estabilidad del sistema, porque no destruye los recursos. La diversidad de perspectivas puede proporcionar soluciones decisivas en situaciones de crisis. Al usar varias herramientas de búsqueda (Google, Yahoo, Altavista, …) tenemos más probabilidades de encontrar más y mejor información. Google me fascina, pero me preocupa el problema de la fidelidad de los dados recogidos. Google impone una especie de “dictadura de la mayoría” donde los más citados son los primeros, donde “ser o no ser” depende de la frecuencia con que se cita. Lo más frecuente, lo más usado, lo más vendido, lo más trivial crece exponencialmente, sin grandes márgenes para “periferias”.»

As "Letras" Têm Saída?

18 Março 2006

A língua é um valor que pertence à esfera do conhecimento, difícil de quantificar.
Como também é difícil de quantificar o teorema de Pitágoras.
Quanto custa o teorema de Pitágoras?
(Royo, 1992)

Os serviços públicos
Com as políticas “défice 3%” a que estamos a assistir, com discursos sobre a suposta pouca competitividade, ou até incompetência, do sector público, pretende-se emagrecer o Estado, talvez até reduzi-lo apenas a uma mera entidade que gere aspectos militares e de segurança (ou nem isso), desaparecendo assim o principal e tradicional fornecedor de saídas profissionais para os alunos de Letras.Ao defender a passagem para mãos privadas de serviços como a educação e a cultura, surge (muito frequentemente sob pretextos de avaliação, qualidade, competitividade) perguntas como: Para que servem as Humanidades? Qual é a sua utilidade? Mas, “lamentavelmente” não me parece que as Humanidades sirvam para produzir muito “lucro”.Neste contexto de redução da despesa pública, as letras podem parecer um “luxo” de que deveremos prescindir.Até agora, as Humanidades tinham uma “função coesionadora das comunidades” (Torres Feijóo, 2004). As Humanidades tinham uma utilidade: o que podemos chamar a construção do discurso nacional, que justificava a reserva de uma fatia do orçamento dos Estados para o estudo da Literatura, da Língua, da Cultura, etc. Mas hoje há outros meios para alimentar este sentimento de pertença a uma comunidade nacional: a TV, a Selecção Nacional, etc. Por outro lado, quando os discursos parecem ser outros (a construção europeia, a globalização), cabe perguntar-se: Para que serve alimentar este discurso da construção nacional?
“Laissez-faire” e globalização
Um modelo económico e social, que incentiva o individualismo e que procura, por cima de qualquer outro valor, apenas o lucro, está a provocar uma desaceleração no crescimento produtivo e do bem-estar em muitos países (Relatório do Desenvolvimento Humano de 2005 da ONU ).Salvaguardando as distâncias, evidentemente, os estragos deste modelo também se fazem notar no âmbito de que nos estamos a ocupar agora. Já pensaram nas virtudes de um modelo que incentiva a confrontação de alunos contra alunos (a lutar pelos poucos ossos que são fornecidos no mercado laboral), ou de universidades contra universidades (a lutar entre si para atrair os potenciais candidatos a estudantes universitários)?Num mercado único (também um mercado cultural, linguístico, mediático, … único) que se rege pelas regras da “competitividade”, em que a educação e a cultura estão em mãos privadas, acabará por ser “uma Microsoft”, por exemplo, a que tratará de eventuais problemas de descrição da língua portuguesa. E será “uma CNN”, por exemplo, a produzir os tais discursos coesionadores da comunidade.O preço de um livro será mais competitivo se as imagens forem impressas para edições em várias línguas ao mesmo tempo. Mas, várias línguas significa mercados em concorrência, portanto, o livro será ainda mais competitivo se for impresso numa única língua. E mais lucros terão as empresas editoriais se se reduzisse o número de autores publicados aos de uma lista universal dos “Top Mais”.
Conclusão
A verdade é que não tenho soluções para o problema das saídas profissionais dos alunos de Letras.Mas também sei que a “inacção” não é a solução. Talvez, aprendendo dos discursos sobre a biodiversidade, que nos ensinam que a consideração dos problemas de diversas perspectivas aumenta a probabilidade de adequação da resposta, a solução passe pela “diversidade dos bens culturais”. A diversidade é garantia de durabilidade e de estabilidade do sistema, pelo facto de não destruir recursos culturais (Royo, 1992). É a diversidade de perspectivas que pode proporcionar soluções decisivas em situações de crise. Ao usar várias ferramentas de pesquisa (Google, Yahoo, Altavista, …) temos mais probabilidades de encontrar mais e melhor informação.Por outro lado, o facto de as licenciaturas em Humanidades não virem a ter um número grande de alunos inscritos não significa que se deva acabar com este tipo de estudos. Contudo, sejamos optimistas. Há saídas profissionais para os alunos de letras: no ensino; na investigação; na indústria audiovisual; na indústria editorial; na criação e gestão de e-conteúdos; na animação, criação e gestão de projectos sócio-culturais; na gestão e dinamização do ócio (para instituições, etc.); no campo da cooperação; na tradução; no jornalismo; na documentação; nas bibliotecas; na política linguística (planificação, assessoramento,…); no turismo; etc.
Referências Bibliográficas
ROYO, Jesús (1992): Una llengua és un mercat. Barcelona: Edicions 62. [trad. galega: Unha lingua é un mercado. Vigo: Galaxia, 1997].
TORRES FEIJÓ, Elias (2004): “Sobre objectivos do ensino e da investigaçom da literatura”, em Sousa, C. M. de e R. Patrício (2004) Largo Mundo Alumiado. Estudos em Homenagem a Vítor Aguiar e Silva. Braga: Centro de Estudos Humanísticos – Universidade do Minho; págs. 221-249.
NOTA: Uma versão deste texto foi enviada, no início deste ano lectivo, para uma publicação de estudantes da Universidade do Minho (a pedido dos mesmos). Desconheço se foi publicada.

Diversidade é…

16 Março 2006

Comentário a uma resposta anónima ao meu post em barrapunto do dia 13/03/2006:
“Diversidad no es que tengas que ir a las 15 tiendas cada vez que quieras comprar patatas. Diversidad es que tu puedas continuar a ir al Carrefour, yo al Alcampo y el otro a la tienda de la esquina. Y que un día, si me apetece, pueda probar yo también a ir al Carrefour… Por cierto, uso, y me gusta, Google. Un abrazo.”

Re:La posición dominante de Google. (Puntos:0)

por pobrecito hablador el Miércoles, 15 de Marzo 2006, a las 02:42h (nº712611)
Vale tío. Tu sigue viviendo en tu mundo de “diversidad” porque debes ser de los pocos. Esa diversidad sobre la que tanto divagas es preciosa sobre un papel o en algún foro de mentes preclaras. Pero yo vivo en el mundo real. Quizá tu tengas tiempo de hacer tu compra visitando cada día 15 tiendas de barrio diferentes, para tener dónde elegir. Pero yo, desgraciado de mi, he de ir cagando leches al Carrefour porque tengo curro que hacer. Si tengo que andar procurando lo que busco en 15 buscadores distintos mejor paso de buscarlo. Como no puedo perder todo el día en la busqueda de la “diversidad” pues me voy al que me da la mejor información y más rápido, y ese es, pese a quien le pese, Google. Y el que quiera seguir buscando las diferentes perspectivas de la vida, pues adelante yo prefiero no buscarlas y seguir una: LA MIA. Ya voy a vivir mi perspectiva bastante poco tiempo como para distraerme buscando nuevas que me hagan dudar. Saludos y Google powa!
[ Responder Padre ]

La posición dominante de Google. (Puntos:1)

por debuxo el Lunes, 13 de Marzo 2006, a las 23:37h (nº712099) Info del Usuario nº23953 Última Bitácora: Lunes, 13 de Marzo 2006, a las 23:13h
La posición dominante de Google puede ser un problema. Como nos enseñan los discursos sobre la biodiversidad, considerar los problemas desde diversas perspectivas aumenta la probabilidad de adecuación de la respuesta. La diversidad es garantía de durabilidad y de estabilidad del sistema, porque no destruye los recursos. Es la diversidad de perspectivas la que puede proporcionar soluciones decisivas en situaciones de crisis. Al usar varias herramientas de búsqueda (Google, Yahoo, Altavista, …, …) tenemos más probabilidades de encontrar más y mejor información
[ Responder Padre ]
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