O Sul também existe

26 Abril 2007

Arranco com O Sul também existe (para já, “em obras”)

Nuestro Canto

26 Abril 2007

Nuestro Canto
Nuestro canto es el sur…

Encontrei ontem “Nuestro Canto” um repositório, em formato podcast, de canções latino-americanas: Sílvio Rodriguez, Violeta Parra, Chico Buarque, Daniel Viglietti, Mercedes Sosa, Guardabarranco, etc., etc. (e também novos).

Mas Nuestro Canto não é apenas podcast:
– Portal Nuestro Canto: http://www.nuestrocanto.net/portal/index.php
– Radio Nuestro Canto online: http://www.nuestrocanto.net/radionline/

Nós também somos o Sul

José María Prieto Zamora, catedrático de Psicologia Industrial da Universidade Complutense de Madrid, ao Suplemento Campus, do jornal espanhol El Mundo (via fírgoa):

  • … o Processo de Bolonha está construído sobre um modelo de escola de negócios centrado na aprendizagem de competências, habilidades e destrezas, uma filosofia obsoleta que já nem nas empresas é aplicado.

  • Eu costumo distinguir entre três tipos de empresas, dependendo do tipo de licenciados que procuram:

    As que apostam pela inovação (5% do total) procuram graduados brilhantes que estejam à frente dos acontecimentos e assumem que terão de lhes pagar vencimentos por cima dos 3.000 euros.

    As que apostam pela qualidade (à volta de 15%) querem graduados com erro zero para que tudo funcione com a maior eficiência. Isso tem um vencimento próximo dos 2.000 euros. São empresas vinculadas às engenharias, politécnicas, recursos humanos…

    Por fim, estão as empresas que procuram ‘bom, bonito e barato’ (entre 50 e 60%), que procuram profissionais formados em competências, aos que são pagos vencimentos tendencialmente baixos.

  • O modelo de competências forma apenas mileuristas e empregados de “tirar e pôr”. Com este modelo nunca teremos graduados inovadores.

    [este modelo] Faz prevalecer o regateio a curto prazo e é penalizada a análise a longo prazo. Por exemplo, com esse modelo, George Boole não teria podido desenvolver o seu sistema lógico, que se converteu anos depois numa ferramenta fundamental para os documentalistas. Há que potenciar que as pessoas se dediquem muito tempo a algo para obterem resultados.

  • Quatro modelos tradicionais [de Universidade] estão vigentes:

    1. O da Universidade napoleónica, que pretendia formar marrões que se preparam para ser funcionários do Estado…

    2. O da Universidade norte-americana é o do pragmatismo, que forma graduados superiores que saibam resolver problemas aqui e agora…

    3. … o da Alemanha, Países Escandinavos e Holanda coloca-se o repto de ir à frente em ciência e em tecnologia e de fixar standards para cinco ou dez anos, o que permite os seus graduados superiores gerarem valor acrescentado e ser imitados pelos outros.

    4. … o modelo de Cambridge e de Oxford é o da erudição, que permite aos sus graduados elaborar as sínteses mais completas…

O Sul também existe?

25 Abril 2007


O Sul também existe?

No blogue el futuro del libro, de José Antonio Milán (em: ¿De qué estamos hablando?), dou de caras com este mapa dos recursos de Internet (calculados em função do número de endereços IP):

“Mientras que está muy bien disponer de recursos en línea, tener bibliotecas enteras digitalizadas e intercambiar información y opiniones con todo el mundo, conviene no olvidar la realidad de las infraestructuras. El mapa superior muestra los recursos de Internet (caslculados por número de direcciónes IP) en todo el mundo: Europa (22,5%) y Norteamérica (55,9%) suman más de las tres cuartas partes, seguidas de Asia con el 14%. El apagón del Sur frente al Norte salta a la vista de forma brutal (vía Barrapunto).”

Por falar em simpáticas referências na blogosfera: vd. (aliás, “oiça”) o podcast de Pedro Duarte na Janela Indiscreta, da Antena 1 (18/04/2007):

“De vez em quando faço o exercício: procurar boas notícias, notas positivas na blogosfera. Digo-vos que não é fácil. A maior parte dos post e dos blogs é mais de deita-abaixo, de crítica, de denúncia, do que propriamente de elogio e paixão…”

Bitites

19 Abril 2007

Simpática referência de Fernando Fernández a este sítio, no BITITES, blogue sobre “tecnologias de informação e assuntos conexos”. Obrigado. Hoje mesmo farei uma visita ao BITITES.

No seguimento do post anterior, leio em Zona Firefox o seguinte comentário: Webconverger:: el sistema operativo Firefox.

Webconverger é uma espécie de “sistema operativo web 2.0” que consiste apenas no navegador Firefox (em rigor, um clone IceWeasel, mas essa é outra história) num LiveCD que arrancamos directamente no nosso computador. Trata-se de um sistema que se executa no computador, apenas com a memória RAM, sem guardar dados no disco (não há aqui ambiente de trabalho ou acesso ao nosso disco; teoricamente, poder-se-ia prescindir de disco duro). Utilizando simplesmente a Internet podemos servir-nos das ferramentas disponíveis, as ferramentas de que falávamos no post anterior, por exemplo, ou as seguintes, recolhidas no post Webconverger:: el sistema operativo Firefox:

Ideal para instalar naquele computador que temos em casa com poucos requisitos no sistema. Vou experimentar.

Para descarregar Webconverger :

Howto burn the ISO to a blank CD in Windows

  1. Download the latest version of Webconverger by clicking above webconverger.iso link and save to disk.
  2. Install isorecoreder
  3. Pop in a blank CD into the CD writer
  4. Right click on the downloaded webconverger.iso file and select Copy image to CD
  5. Complete the wizard and boot any PC with the new Webconverger CD
  6. Enjoy surfing the Web!

Fontes: podcast de 18/04/2007 de Aviso para Navegantes e http://www.zonafirefox.net/ > Webconverger:: el sistema operativo Firefox

Via Redacción multimedia en un portátil, no blogue de José António Millán El futuro del libro, leio no post el Kit online de primeros auxilios no blogue de Eva Domínguez, El Cuarto Bit Notas sobre Comunicación y Nuevas tecnologias, no jornal catalão La Vanguardia:

“Se puede escribir, editar textos, fotografías o vídeos, revisar, calcular, publicar y trabajar cooperativamente únicamente con herramientas gratis disponibles en Internet, sin tener que descargar los programas en el ordenador. La barrera tecnológica y económica para la creación y producción de contenidos ha desaparecido.”

A autora fala de ferramentas gratuitas para:

– gerir informação Del.icio.us, Bloglines, Google;
– criar documentos: Google Docs & Spreadsheets;
– criar documentos, apresentações e wikis: Zoho; (Actualização em 19/04/2007:
Google anuncia que vai juntar ao Google Docs & Spreadsheets uma ferramenta para apresentações, tipo PowerPoint)

– transformar formatos de arquivo: Zamzar;
– editar imagens: Snipshot ou Picnik;
– editar vídeo: Jumpcut.

Às que José António Millán (Redacción multimedia en un portátil) acrescenta Yousendit, para serviços de envio de ficheiros pesados.

Pena é haver restrições no blogue de Eva Domínguez, com problemas para subscrever-se via RSS (calculo que por questões de subscrição ao jornal)

Errare humanum est

15 Abril 2007

“Um recente acórdão de um tribunal superior americano estabeleceu que a liberdade de expressão dos jornalistas implica o direito a poder errar. Desde que se actue de boa-fé e se reponha, por desmentido, a verdade, o erro faz parte dos riscos inerentes à actividade jornalística, assim como o erro médico, não culpável, faz parte da medicina”
Miguel Sousa Tavares: “O exame”, no nº 1798, de 14 de Abril de 2007, do Expresso
Deixo aqui esta anotação porque algum dia vou querer usar isto para falar sobre criação e propiedade intelectual, etc.

Derechos de propiedad intelectual e Internet en España. Materiales para un debate informado

Informe de investigación 1.0 – RFC (Request for Comments)

Barcelona, enero 2007

Meritxell Roca Sales, Internet Interdisciplinary Institute, UOC

con el asesoramiento de Manuel Castells, Internet Interdisciplinary Institute, UOC

1 – INTRODUCCIÓN: EL DEBATE SOBRE LA PROPIEDAD INTELECTUAL EN UN MUNDO DIGITAL. RFC (REQUEST FOR COMMENTS)

La digitalización de los contenidos textuales y audiovisuales y su comunicación mediante Internet ha transformado irreversiblemente los parámetros del ejercicio de los derechos de propiedad intelectual. Y como tales derechos son el fundamento de las industrias culturales y del conocimiento, o sea de una proporción sustancial de la producción en las economías avanzadas, el debate en torno a las formas de gestión de los derechos se sitúa en el centro de la atención económica, mediática y política en todas las sociedades. Por un lado, parece evidente que algo tiene que cambiar cuando centenares de millones de personas en todo el mundo acceden libremente a contenidos con propietarios, sin importarles demasiado el cometer una infracción. Mas aun: los defensores de la libertad de creación sostienen que la capacidad de recombinar la cultura existente siempre ha sido el crisol de la innovación cultural. Por otro lado, las empresas culturales y las entidades de gestión de derechos de autor reafirman la legalidad vigente y denuncian la ruina de los creadores desprotegidos ante el ataque generalizado de los piratas digitales. El choque de ideologías y la magnitud de los intereses en juego han convertido un debate fundamental en un enfrentamiento emocional que, en la practica, lleva a un callejón sin salida. Los jóvenes del mundo se sitúan cada vez mas en la ilegalidad objetiva, convencidos además de que defienden una buena causa, y las organizaciones interesadas bloquean la reforma de la propiedad intelectual que pudiera adaptarla a nuestro entorno tecnológico para alargar lo mas que puedan el disfrute de sus rentas oligopolicas. Y como los bienes y servicios informacionales constituyen la principal fuente de riqueza de los países dominantes en el nuevo comercio mundial, la propiedad intelectual pasa a ser la primera fuente de conflicto en la economía política del desarrollo desigual. Así, el pasado mes de enero (2007) la cadena de televisión norte-americana Fox anunciaba que emprendería acciones legales contra You Tube, el popular portal de difusión de vídeos, alegando que se habían colgado vídeos todavía inéditos de dos series de máxima audiencia como 24 y The Simpsons. En este caso el conflicto de intereses es más que evidente.

Relatório completo em PDF

%d bloggers like this: