Se quiser comprar, para o meu kindle, o livro de Javier Celaya  La empresa en la web 2.0. El impacto de las redes sociales y las nuevas formas de comunicación online, só posso fazê-lo na Amazon.com ($6.23), porque, devido às  restrições geográficas, na Amazon.es (EUR 0,94) só está disponível para residentes em Espanha.
Para além de que preferiria pagar os impostos neste lado do Atlântico, na Amazon.com tenho que pagar bem mais caro:


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Uma verdadeira ferramenta de trabalho, sem dúvida. Por essa razão, porque o queria utilizar para trabalhar, acabei por optar pela versão tablet (Galaxy Note 10.1) em vez da versão “smartablet” (com o mais recente Galaxy Note II), pequeno de mais para trabalhar com ele de forma regular.

O reconhecimento de escrita manual (em qualquer língua) superou, e muito, as minhas expectativas. O reconhecimento de voz (em português) ficou bem aquém do que esperava (sim, também experimentei com outros sotaques, para além do meu, do Além-Minho). Mas, a verdade é que não costumo ditar(-me) textos.

Há anos que esperava poder usar um tablet para escrever os meus textos (também os textos longos), as minhas apresentações, os meus e-mails e mensagens, etc.  sem ter que usar um teclado, como um verdadeiro caderno de notas.

O Ipad? Escrever com o dedo? Não, obrigado. Mas afinal também não foi o Windows 8 en tablet.

Espero que o meu Galaxy Note venha substituir o lápis e o papel que tenho sempre ao meu lado direito na minha mesa de trabalho.


Building OWL Ontologies Using Protégé 4 (Screencast)

Porque é que queremos os informáticos a dar aulas nos cursos de ciências humanas e sociais:

Why all our kids should be taught how to code


Kids need to know about: algorithms (the mathematical recipes that make up programs); cryptography (how confidential information is protected on the net); machine intelligence (how services such as YouTube, NetFlix, Google and Amazon predict your preferences); computational biology (how the genetic code works); search (how we find needles in a billion haystacks); recursion (a method where the solution to a problem depends on solutions to smaller instances of the same problem); and heuristics (experience-based techniques for problem-solving, learning, and discovery).
… But in the end most of those schools gave up teaching Logo and moved backwards to training kids to use Microsoft Word.

John Naughton : GuardianWhy all our kids should be taught how to code

O título (do post) vem daqui: Douglas Rushkoff:  Program or Be Programmed

“Seguiremos informando” (aqui:  Programa ou serás programado: “magia” ou linha de comandos (nau dos mantimentos)

Richard Stallman está hoje na Universidade do Minho para falar sobre “Copyright vs Community“. A iniciativa é organizada pelo Centro de Estudantes de Engenharia Informática da UMinho (CeSIUM).
Lugar: Auditório A1, Complexo Pedagógico I do campus de Gualtar, Universidade do Minho, Braga
Hora: 14h00

1. Tens coisas para fazer;
2. Vais buscar um café;
3. Dás uma vista de olhos ao e-mail
4. Dás uma vista de olhos aos e-jornais
5. Entras no Facebook;
6. Twittas;
7. Ves conteúdos na Web;
8. Vês o teu Wall no Facebook/Google+ e o dos teus amigos
9. Vais buscar outro café
10. Vês o teu Timeline
11. Vês um vídeo que twittaram
12. Carregas esse vídeo no Facebook/Google+
13. Reparas que ainda não fizeste nada
14. Tens coisas para fazer;
15. Vais buscar outro café;
16. Dás uma vista de olhos ao e-mail
17. Dás uma vista de olhos aos e-jornais
18. Entras no Facebook;
19. Twittas;
20. Ves conteúdos na Web;
21. Vês o teu Wall no Facebook/Google+ e o dos teus amigos
22. Vais buscar outro café
23. Vês a tua Timeline no Twitter
24. Vês um vídeo que twittaram
25. Carregas esse vídeo no Facebook/Google+
26. Reparas que ainda não fizeste nada
27. Vais buscar outro café
28 …

Fonte: El espíritu de los cínicos > El Ciclo de la Procrastinación

“Conceber as redes sociais como plataforma de marketing é um erro crasso. Não servem para isso. Nas redes sociais, embora pareça incrível para aqueles que não as frequentam, o que importa são as vozes. As pessoas que participam têm uma voz própria. Eu sou capaz de reconhecer o estado de espírito dos meus amigos no Twitter, descobrir coisas sobre a sua personalidade embora nunca nos tenhamos visto cara a cara. Como antes acontecia com o género epistolar. Nesse ecossistema, a voz de um departamento de marketing (se tivesse voz) é discordante. Tão discordante como uma carta comercial quando do que estamos a espera é de uma carta de amor.”
Julieta Lionetti, entrevistada em Sobre Edición: Conferencia Editorial 2010: Julieta Lionetti

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