Tutorial de Alberto Simões (da Universidade do Minho) sobre o Distributed Proofreaders e o projecto Dicionário Aberto
Clique aqui: Distributed Proofreaders – 1
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O 19º Curso de Verão de Português Língua Estrangeira realizar-se-á no Instituto de Letras e Ciências Humanas, da Universidade do Minho (Braga, Portugal), entre segunda-feira, dia 29 de Junho, e sexta-feira, dia 24 de Julho, de 2009
inscrições e mais informações aqui
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Aberto o prazo de inscrições para o 17º Curso Anual de Português Língua Estrangeira que se realizará no Instituto de Letras e Ciências Humanas, da Universidade do Minho (Braga, Portugal) entre quinta-feira, dia 1 de Outubro de 2009, e segunda-feira, dia 31 de Maio de 2010
inscrições e mais informações aqui
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Leio na página principal de hoje da Wikipédia que tal dia como hoje, em 11 de Junho de 1935, Edwin Armstrong realiza, em Alpine (Nova Jérsei), a primeira demonstração pública da FM (frequência modulada).
***
Uma boa desculpa para reproduzir umas páginas de Free Culture, de Lawrence Lessig, sobre Armstrong e a invenção da FM:
“Um dia após o Natal de 1933, quatro patentes foram expedidas em
nome de Armstrong para a sua descoberta mais importante — o rádio FM.
Até então, o rádio de consumo era o rádio de amplitude modulada (AM). Os
teóricos da época diziam que o rádio de freqüência modulada (FM) jamais
funcionaria. Eles estavam certos sobre um rádio FM que trabalhasse em
uma faixa pequena do espectro magnético. Mas Armstrong descobriu que o
rádio de freqüência modulada, trabalhando em uma ampla faixa do espectro
magnético, poderia oferecer uma incrível fidelidade ao som, com necessidade
de potência do transmissor e estática muito menores.
Em 5 de Novembro de 1935, ele demonstrou a tecnologia durante um en-
contro do Instituto de Engenheiros de Rádio no Empire State Building em
Nova Iorque. Ele sintonizou o seu rádio entre uma gama de estações AM,
até que o rádio ficou travado em uma transmissão que ele estava fazendo
de dezessete milhas. O rádio silenciou completamente, como se tivesse sido
desligado, e então com uma claridade que ninguém naquela sala jamais ou-
vira de um dispositivo elétrico, ele emitiu a voz do locutor: “ Essa é a estação
amadora W2AG em Yonkers, Nova Iorque, operando em modulação de fre-
qüência de dois metros e meio.”
A audiência ouviu coisas que ninguém jamais pensou ser possível:
“Um copo de água foi cheio diante do microfone em Yonkers,
fazendo realmente o som de encher-se um copo d’água. (. . . )
Um papel foi amassado e rasgado; o som era mesmo de papel,
e não de uma floresta pegando fogo. . . . Marchas de Sousa eram
tocadas de discos e um solo de piano e um número de violão
foram executados. (. . . ) A música foi pro jetada com uma clareza
raramente, se alguma vez já fora, ouvida antes de um rádio.”
Como nosso bom senso nos diz, Armstrong descobriu uma tecnologia
radiofônica muito superior. Mas na época da sua invenção, Armstrong
trabalhava para a RCA. A RCA era a principal empresa no então dominante
mercado de rádios AM. Em 1935, existiam milhares de estações de rádio
pelos EUA, mas as estações em grandes cidades eram todas propriedades de
algumas poucas redes.
O presidente da RCA, David Sarnoff, um amigo de Armstrong, estava de-
sesperado para que Armstrong descobrisse uma maneira de remover a estática
dos rádios AM. Portanto Sarnoff ficou muito interessado quando Armstrong
lhe disse que tinha um dispositivo que removia a estática do “rádio”. Mas
quando Armstrong demonstrou sua invenção, Sarnoff não ficou satisfeito.
“Eu pensei que Armstrong tinha inventado algum tipo de filtro
para remover a estática dos nossos rádios AM. Eu não pensei que
ele iria começar uma revolução — começar uma nova indústria
capaz de competir com a RCA.”
A invenção de Armstrong ameaçava o império da RCA nos rádios AM,
portanto a companhia lançou uma campanha para sufocar o rádio FM. Em-
bora o rádio FM fosse uma tecnologia superior, Sarnoff era um estrategista
nato. …
A RCA de início manteve a tecnologia dentro da empresa, insistindo na
necessidade de testes adicionais. Quando, após dois anos de testes, Arm-
strong ficou impaciente, a RCA começou a usar seu poder no governo para
dificultar a implantação de rádios FM. Em 1936, a RCA contratou o antigo
diretor da FCC e deu-lhe a tarefa de garantir que a FCC liberasse o espec-
tro de uma maneira que pudesse castrar as rádios FM — principalmente
movendo as rádios FM para uma faixa diferente de espectro. Inicialmente,
esses esforços falharam. Mas quando Armstrong e a nação foram distraídos
pela 2ª Guerra Mundial, o trabalho da RCA começou a ser mais bem suce-
dido. Logo após o fim da guerra, a FCC anunciou um conjunto de medidas
que tinha um objetivo claro: o rádio FM seria inutilizado. …
Para liberar espaço no espectro para a mais recente aposta da RCA,
a televisão, os usuários de rádios FM foram movidos para uma faixa de
espectro totalmente nova. A potência das estações de rádio FM também
foi reduzida, de modo que elas não pudesse mais transmitir programas por
todo o país. (Essa mudança foi muito apoiada pela AT&T, porque, com a
perda da habilidade de retransmissão, as estações de rádio foram obrigadas
a adquirirem meios físicos de transmissões da AT&T.) A disseminação do
rádio FM foi portanto paralisada, ao menos temporariamente.
Armstrong enfrentou a RCA. Em resposta, a RCA questionou as patentes
de Armstrong. Após incorporar tecnologia FM em seu padrão emergente para
televisão, RCA declarou que as patentes de Armstrong eram inválidas — sem
base e mais de quinze anos depois delas terem sido expedidas — portanto
negando-se a pagarem-lhe royalties. Por seis anos, Armstrong lutou uma
guerra cara nos tribunais para defender suas patentes. Finalmente, quando
as patentes expiraram, a RCA ofereceu-lhe um acordo tão baixo que sequer
cobria os custos de Armstrong com os advogados. Derrotado, acabado e agora
falido, em 1954 Armstrong escreveu um curto bilhete para a sua mulher e se
atirou para a morte, de uma janela no décimo terceiro andar do prédio onde
morava.”
Lawrence Lessig (2004) Cultura Livre; p. 5-7 (tradução de Fábio Emilio Costa) versão original: Free Culture
Imagem: Wikipedia: Edwin Howard Armstrong
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Ontem andei à procura de uma imagem para ilustrar o meu post anterior sobre os preços da gasolina. Encontrei coisas interessantes em blogs com Licença Creative Commons mas que, de facto, são imagens com copyright.
Lancei mão da Wikiképia, como de costume (o que, por outro lado, não me desagrada nada).
De qualquer maneira, tinha-me esquecido do conteúdo do post fotografias para uso livre que tinha publicado na nau dos mantimentos:
Para além de Flickrcc (com fotos sob licença CC), podemos encontrar fotografias para uso livre noutros lugares.
Felipe Zayas, em Darle a la lengua (Dónde encontrar fotos de uso libre), faz referência a duas listas de sites:
- 25 Free Stock Photo Site, em Digital Image Magazine.
- 100 (Legal) Sources for Free Stock Images, em arcagility.wordpress.
No Flickrcc, por exemplo, encontrei:

Foto: iboy_daniel > we don’t see many strangers since they put in that interstate
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Em Maio de 2008, com o petróleo a custar à volta de 150 dólares, a gasolina estava, aproximadamente, a 1,50 euros.
Hoje, com o petróleo à volta de 60 dólares, a gasolina custa à volta de 1,30 euros (não me dei ao trabalho de procurar preços exactos).
Não deveria ser à volta da metade disso?
Será que me está a escapar alguma coisa?
Foto: Wikipedia > Posto de abastecimento > Um posto Ampol na Austrália, em fins dos anos 1940.
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vd. El Blog de Enrique Dans > El empecinamiento de AEDE contra Internet
(quanto é?, Enrique Dans)
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Os resultados do concurso “2008 Picture of the Year (POTY)”, na Wikimedia Commons, podem ser apreciados em <http://commons.wikimedia.org/wiki/COM:POTY/2008>
O Ganhador foi:

Cavalos no monte Bianditz, Navarra. Ao fundo, o monte Aiako Harria, Gipuzkoa.
Autor: Mikel Ortega , com rotoques de Richard Bartz.
Alguns dos finalistas já tinham sido recolhidos aqui.
Tinha-me escapado esta fotografia, de Dorothea Lange, finalista (8º lugar):

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