VirtualBox

1 Maio 2008

Para manter a tradição, o novo Ubuntu 8.04 deu cabo da minha VMWare. É sempre assim cada vez que Ubuntu decide vestir roupa nova!

Por isso, esta vez, aproveitei a ocasião para experimentar a alternativa: VirtualBox, que tem uma grande virtude: é software livre.

Eis os meus dicionários Houaiss e María Moliner a correr no Ubuntu (com VirtualBox):


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«Me pasma el papanatismo que se extiende por el mundo culinario. Si te sirven media docena de ostras del copetín, frescas como una lechuga y recién llegadas de Arcade, te han colocado una vulgaridad. Pero si escogen sólo una ostra de dudoso origen, la flambean lentamente con un poco de jerez y te la colocan en un plato enorme con un par de churretes de zanahoria caramelizada y polvo de maíz ligeramente tostado, tienes que derretirte en el acto entre exclamaciones de éxtasis.»

Javier Ortiz > El dedo en la llaga > La nueva cocina



Finalmente!

Com o novo Ubuntu 8.04 consigo “Suspender” o meu portátil!

Ubuntu 8.04

24 Abril 2008

Aqui está o meu Ubuntu 8.04 !!
Agora podes instalá-lo no teu Windows, como se fosse uma programa mais, para ver como funciona.


II Jornadas de Estudos Espanhóis e Hispano-Americanos. El español entre lo uno y lo diverso.

Universidade do Minho
Campus de Gualtar
Complexo Pedagógico II, Anfiteatro B2
quarta-feira, 16-04-2008 e quinta-feira, 17-04-2008

A Secção de Estudos Espanhóis e Hispano-Americanos do Instituto de Letras e Ciências Humanas pretende com estas II Jornadas focar a diversidade da língua espanhola, bem como reflectir sobre o modo de perspectivar esta diversidade desde a prática pedagógica e a investigação em lexicografia e em tradução.

Fonte: Portal de Comunicação da Universidade do Minho

Este stio apoia a iniciativa da Plataforma para a Recepçom das Televisões e Rádios Portuguesas na Galiza
O Parlamento Galego aprovou ontem por unanimidade dirigir-se ao Governo espanhol para, «no prazo mais imediato possível», garantir a recepção das televisões portuguesas na Galiza.

O acordo produziu-se após a proposta apresentada pelo porta-voz do Bloco Nacionalista Galego (BNG) na Câmara.
Foi contestada pelo deputado Francisco Cerviño (PSOE), quem apostou no “isolacionismo” [que defende a consolidação do que hoje poderíamos muito bem chamar de galego-castelhano (norma da Real Academia Galega)], ao defender que «som línguas mui próximas, mas diferentes, sobretudo no aspecto fonético», ao tempo que assegurou perceber melhor o italiano do que o português Lisboeta.
Contudo, Cerviño reconheceu que a chegada das televisões portuguesas à Galiza contribuirá para «evitar a morte da nossa língua, que está gravemente enferma».

Fonte: Portal Galego da Língua > Parlamento aprova solicitar recepçom das televisões portuguesas na Galiza

Site da Plataforma para a Recepçom das Televisões e Rádios Portuguesas

A propósito da participação, na segunda-feira 07/04/2008, de representantes de algumas instituições galegas na “Conferência Internacional / Audição Parlamentar “O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa” ( vd. vídeos em: http://www.agal-gz.org ), alguém me colocou estas duas perguntas:

– Afinal o galego existe ? (desculpe a rudeza da pergunta, mas é

uma pergunta para um linguista….)

– Como interepretar o interesse dos galegos relativamente ao nosso

acordo ortográfico? Considera-se a alternativa de o galego se

aproximar, em termos normativos, do Português?

Vejamos:

Que língua é que falam os galegos?

Dos quase 3 milhões de habitantes (sem contar os galegos emigrados ou na “diáspora”), falam galego (segundo os dados do Instituto Galego de Estatística, para 2001) 2.355.834 de pessoas:

Total: 2.355.834

De 5 a 9 anos: 87.719

De 10 a 14 anos: 108.917

De 15 a 19 anos: 142.588

De 20 a 24 anos: 188.545

De 25 a 29 anos: 192.033

De 30 a 34 anos: 179.427

De 35 a 39 anos: 171.263

De 40 a 44 anos: 171.659

De 45 a 49 anos: 158.098

De 50 a 54 anos: 154.542

De 55 a 59 anos: 151.116

De 60 a 64 anos: 126.022

De 65 e máis anos: 523.905

Fonte: Poboación en vivendas familiares de 5 e máis anos segundo xénero, idade e coñecemento do galego

Bem sei que não se responde à perguna com estes dados, que, aliás, devem ser lidos com muitas reservas. Contudo, há um dado a destacar: a clara perda de novos falantes, como também se pode ver nos seguintes quadros:

IGE (2004) Enquisa de Condicións de Vida das Familias. Coñecemento e uso do galego. Ano 2003. Santiago, Xunta de Galicia.

Fonte: Conselho da Cultura Galega

Outra coisa é responder à pergunta “O que é o galego?” (e aqui já começo a dar resposta à segunda questão que me foi colocada).

Simplificando muito, podemos dizer que há 2 respostas, que se correspondem com os 2 grandes (e antagónicos) projectos de normalização (transformação de uma língua em veículo “normal” de comunicação numa comunidade linguística) e normativização (construção de um padrão culto) existentes na Galiza:

– a autonomista (ou isolacionista), que defende a consolidação do que hoje poderíamos muito bem chamar de galego-castelhano (norma da Real Academia Galega, RAG).

– a reintegracionista (ou lusista) que defende uma norma para o galego que poderíamos chamar de galego-portuguesa (norma da Associaçom Galega da Língua, AGAL), ou, simplesmente, português da Galiza.

Ora bem, foram representantes deste segundo grupo que participaram, na segunda-feira 07/04/2008, na “Conferência Internacional / Audição Parlamentar “O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa”.

Páginas de interesse:

Língua galega, na Wikipédia portuguesa.

Lingua galega, na Wikipedia galega.

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