«Las lenguas, que son esenciales para la identidad de las personas y los grupos y para su coexistencia pacífica, constituyen también un factor estratégico para avanzar hacia un desarrollo sostenible y una articulación armoniosa entre lo mundial y lo local.
Lejos de constituir un ámbito reservado al análisis de los expertos, las lenguas son la médula de toda vida social, económica y cultural. Ese es el significado del lema que la UNESCO escogió para el Año Internacional de los Idiomas: “Los idiomas cuentan”.

Con motivo de esta novena edición del Día Internacional de la Lengua Materna, hago un llamamiento para que se reconozca en el mundo entero la importancia de la diversidad lingüística y del plurilingüismo en los sistemas educativos, administrativos y jurídicos, en las expresiones culturales y en los medios de comunicación, en el ciberespacio y en los intercambios comerciales. ¡Que todos los miembros de la familia de las Naciones Unidas y el conjunto de los Estados Miembros, asociados y amigos de la UNESCO se sumen a la tarea de demostrar que “los idiomas cuentan”!»

Fonte: da mensagem de Koichiro Matsuura,
Director General de la UNESCO,
com motivo do Dia Internacional da Língua Materna
21 de Fevereiro de 2008

UNESCO > Día Internacional de la Lengua Materna (21 de febrero 2008)

21 de febrero, Día Internacional de la Lengua Materna

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Terras do Acolá

21 Fevereiro 2008

Documentário de 13 episódios da TV Galiza sobre os países da lusofonia.
A emitir em Março na TVG, na RTP e, posteriormente, RTP África e na RTP Internacional.

Realizador: Luís Menéndez
Proução: Faro de Vigo

Fontes:
Yahoo! NOTÍCIAS > A TVG e a televisión pública portuguesa apostan por intercambiar fondos de arquivo e coproducir documentais

Diário de Notícias > TV Galiza produz série sobre lusofonia

Finalmente que oiço alguém bater na mesa sobre a questão do Acordo Ortográfico!
Estou farto de algumas “vacas sagradas da cultura portuguesa” que se acham “donos da língua”.
Quantas décadas mais temos que esperar?

Acabo de ler no Expresso (Escritor Eduardo Agualusa defende ortografia brasileira):

«O escritor angolano, José Eduardo Agualusa, defende, em crónica hoje divulgada pelo semanário A Capital, de Luanda, que Angola “deve optar pela ortografia brasileira”, caso o Acordo Ortográfico não venha a ser aplicado por “resistência” de Portugal.

Para esta tomada de posição de um dos mais respeitados escritores angolanos e lusófonos, José Eduardo Agualusa avança como justificação o facto de Angola ser um pais independente, nada dever a Portugal e o Brasil ter 180 milhões de habitantes e produzir muito mais títulos e a preços mais baratos do que Portugal.

Agualusa aponta ainda como razões para a demora na activação do acordo a “confusão” entre ortografia, as regras de escrita e linguagem, resumindo que o acordo tem por objectivo a existência de “uma única ortografia” no espaço de língua portuguesa, sendo “absurdo” pensar-se em unificar as diferentes variantes da “nossa” língua.

O autor aponta ainda o dedo a um “enraizado sentimento imperial” de Portugal em relação à língua para o protelamento de uma decisão.

E, contrariando esta possibilidade, diz que a História nega este sentimento porque “a língua portuguesa formou-se fora do espaço geográfico onde se situa Portugal – na Galiza”.

“Por outro lado, a língua portuguesa tem sido sempre, ao longo dos séculos, uma criação colectiva de portugueses, africanos, brasileiros e povos asiáticos”, aponta.»

Nabar é um ursinho que conta contos tradicionais.
Em http://www.nabar.com/es/ podemos ler, ouvir e descarregar, gratuitamente, contos em sete línguas: aragonês, catalão, espanhol, euskara, francês, inglês e provençal.

Nesse mesmo sítio também se pode comprar o brinquedo.

Via BiblioTICando® > Nabar: el osito cuentacuentos

António Vieira (Lisboa, 6 de fevereiro de 1608 — Bahia, 17 de junho de 1697) foi um religioso, escritor e orador português da Companhia de Jesus e missionário em terras brasileiras. Defendeu infatigavelmente os direitos humanos dos povos indígenas combatendo a sua exploração e escravização. Era por eles chamado de “Paiaçu” (Grande Padre/Pai, em tupi).
António Vieira defendeu também os judeus, a abolição da distinção entre cristãos-novos e cristãos-velhos e a abolição da escravatura. Criticou ainda severamente os sacerdotes da sua época e a própria Inquisição.

Fonte Wikipédia > António Vieira

(Obrigado, Begonha, por me lembrares a data)

Chegou-me esta semana o novo semanário “A Nosa Terra
Se já me tinha surpreendido o aspecto gráfico da versão digital “A Nosa Terra Diario“, a versão em papel do semanário não ficou atrás.

O novo formato tablóide é elegante, bastante arejado (embora ainda possa ser mais).

Confesso que estava a pensar deixar de pagar a subscrição do antigo semanário. Mas as palavras do seu novo director, Manuel Veiga, em galicia-hoxe.com, prometem: trabalhar para conseguir um “meio mais ágil, mais diversificado, mais plural e menos doutrinário”.
Só um pequeno senão: faltam algumas páginas com “lh” e “nh”. Será que serve como sugestão?

Longe de mim querer ajudar os defensores do uso de “La Coruña” como topónimo oficial da cidade da Corunha, mas é assim, “a Corunha, na Corunha, da Corunha”, que se deve escrever o topónimo. Compare-se:

…a Amadora, da Amadora, na Amadora
… os Arcos, dos Arcos, nos Arcos
… o Cacém, do Cacém, no Cacém
…a Covilhã, da Covilhã, na Covilhã
…o Gerês, do Gerês, no Gerês
…a Guarda, da Guarda, na Guarda
… o Porto, no Porto, do Porto
… a Póvoa, da Póvoa, na Póvoa

…a Corunha, na Corunha, da Corunha.

É por isso que, nas polémicas à volta do uso da forma “A Coruña” ou “La Coruña“, nos textos escritos em espanhol, tem razão quem defende o uso de “La Coruña” (como La Corunya, em catalão, ou La Corogne, em francês).

Evidentemente, isso não significa que se deva escrever em castelhano (como encontramos na Wikipedia espanhola) “Universidad de La Coruña” (como também não falamos em castelhano da “Universidad del Miño“), embora alguém possa escrever em castelhano sobre, por exemplo, “Las dos futuras universidades de La Coruña“, etc.)

Claro que, quem escreve, em galego, “… A Coruña, na Coruña, da Coruña” (por exemplo: Para unha lista completa de todos os lugares do concello de A Coruña vexa: Lugares da Coruña) tem problemas com isto … e outros problemas bem maiores…

Já agora, se o artigo Corunha da Wikipédia portuguesa começa assim:

“A Corunha (o nome oficial escreve-se apenas em galego: A Coruña; em castelhano é referida em textos não-oficiais como La Coruña), é uma cidade…”

não entendo a presença da forma “La Coruña” na imagem ilustrativa:

A Coruña
La Coruña

Brasão

Bandeira

Brasão de La Coruña

Bandeira de La Coruña

Não deveria aparecer a forma “A Corunha” juntamente com o topónimo oficial, como ocorre, por exemplo, nos artigos Córsega, Berlim, etc.?

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