Uma verdadeira ferramenta de trabalho, sem dúvida. Por essa razão, porque o queria utilizar para trabalhar, acabei por optar pela versão tablet (Galaxy Note 10.1) em vez da versão “smartablet” (com o mais recente Galaxy Note II), pequeno de mais para trabalhar com ele de forma regular.

O reconhecimento de escrita manual (em qualquer língua) superou, e muito, as minhas expectativas. O reconhecimento de voz (em português) ficou bem aquém do que esperava (sim, também experimentei com outros sotaques, para além do meu, do Além-Minho). Mas, a verdade é que não costumo ditar(-me) textos.

Há anos que esperava poder usar um tablet para escrever os meus textos (também os textos longos), as minhas apresentações, os meus e-mails e mensagens, etc.  sem ter que usar um teclado, como um verdadeiro caderno de notas.

O Ipad? Escrever com o dedo? Não, obrigado. Mas afinal também não foi o Windows 8 en tablet.

Espero que o meu Galaxy Note venha substituir o lápis e o papel que tenho sempre ao meu lado direito na minha mesa de trabalho.

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