Os utilizadores de Windows ou Mac já podem usar (por enquanto, ainda está em fase de provas) o reprodutor de música Amarok (a notícia já é de Janeiro, mas escapou-me).
Como já escrevi (há quase um ano), com o Amarok posso:

1. Transferir automaticamente capas dos discos (da Amazon)
2. Transferir as letras das músicas
3. Ver informação da Wikipédia sobre o autor no próprio Amarok
4. Criar vários tipos de listas de reprodução
5. Gerir os meus podcast
6. Ligar um leitor de MP3 (incluído o iPod)
7. Usar o português como língua de interface
8. Aceder a last.fm
9. etc., etc.

O suporte para last.fm permite partilhar gostos musicais com outras pessoas na net:

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“Não estava com muita predisposição na sexta-feira passada para submeter-me a uma sessão de adoutrinamento religioso, especialmente porque tinha ficado cansado de procurar com uma mão uma emissora que não me falasse de devoções e procissões enquanto tentava fixar com a outra o ponto preciso de cozedura dos “calamares en su tinta”.
Estava nisso quando dei com um sermão do bispo emérito de Pamplona, a quem chamaram “das sete palavras” com óbvia falsidad, como demonstrou a sua duração.
O bispo, que parecia bastante chateado (em alguma coisa tínhamos que coincidir), dedicou o grosso do seu comício a pôr Jesuscristo como exemplo de bem morrer. “Sem cuidados paliativos”, disse várias vezes, não vá alguém despistar-se e não lhe apanhar a intenção.
Eu sei que a minha vocação cartesiana casa mal com a metafísica teologal, mas, uma vez que o bispo emérito parecia apelar ao meu raciocínio, pus-me logo a raciocinar. E perguntei-me bastantes coisas (sem perder de vista os calamares, claro). Por exemplo: Como é que este bispo sabe que Jesuscristo, se é que existiu mesmo e morreu como a sua Igreja pretende, sofreu muito? Não está a ver que era Deus, e que isso condiciona tudo? Podia modular à vontade o grau do seu sofrimento. Além disso: É lícito julgar o seu comportamiento como se fosse um homem qualquer e não uma entidade que sabia que podia morrer e ressuscitar todas as vezes que lhe desse na gana? Para além de que, sendo Deus e não podendo escolher não morrer, em que medida a sua decisão de sujeitar-se à crucificação não teve aquele seu de suicídio, por mais que soubesse que não podia morrer, porque era (é) eterno? E, já para concluir (embora pudesse seguir até ao infinito com esta colecção de contra-sensos conceptuais), Que classe de cuidados paliativos necessita quem apenas sofre o que Ele mesmo escolheu sofrer?
Fazem batota. Quem decidiu acreditar no sobrenatural deve sujeitar-se ao específico do universo mental que escolheu: não pode pretender que Deus fuja às nossas leis físicas e, ao mesmo tempo, antropomorfizá-lo quando lhe dá na real gana.
Resumindo: se Deus existisse, não seria todo-poderoso. Pelo menos faltar-lhe-ia uma coisa: seria incapaz de não ser Deus.”

De Javier Ortiz, no Público (24 de Março de 2008) > El dedo en la llaga> La impotencia de Dios
(tradução minha)

“E, milagres dos milagres, galegos e portugueses dizem uma frase destas: Isso é para comermos, se quiseres. É, gramaticalmente, uma frase única em todo o Universo.

[…] um galego, engenheiro agrónomo viguense, em diálogo com portugueses, escreveu esta frase não menos imortal: «Duas línguas que dizem da mesma maneira ‘Vai pró caralho, filho da puta’ têm necessariamente de ser a mesma».”

Fernando Venâncio: “Carta a Marina por causa do galego – 1”



Vale a pena ler as seis “Cartas a Marina por causa do galego”, publicadas pelo Prof. Fernando Venâncio, no Aspirina B.

Excelente série de textos que ajudam a perceber, deste lado sul do Minho, algumas coisas sobre o galego, o português, o galego-português, a castelhanização recente do galego e a castelhanização (menos recente) do português que, paradoxalmente, os afasta um do outro.

No Portal Galego da Língua podemos encontrar, para além de um bom resumo das 6 “cartas”, os links aos textos originais no Aspirina B e os mesmos textos em formato PDF.

Ligações aos originais (via Portal Galego da Língua):

Facebook em espanhol

8 Fevereiro 2008

Leio em EL PAÍS.com (Facebook anuncia el lanzamiento de su versión en español) que os usuários de Facebook já podem escolher ver a página em espanhol (a partir de 11 de Fevereiro abrir-se-á por defeito nessa língua se o usuário estiver num país de fala hispana).

A tradução foi feita pelos próprios usuários, que podiam votar na melhor tradução entre as propostas dos participantes.

Nas próximas semanas aparecerão também as versões em francês e em alemão.
Admiro o empenho e as iniciativas (institucionais e não só) em prol da difusão do espanhol que se estão a fazer. E por estas bandas?
A minha página no Facebook já está em espanhol:

Armazenar e organizar fotos

8 Fevereiro 2008

Instalei o Picasa na parte Windows do meu computador e finalmente comecei a arrumar os caóticos ficheiros de imagens que tenho espalhados por todo o lado.
Sinto ter de dizer isto, mas o Picasa parece-me superior ao F-Spot ou ao GThumb, organizadores de imagens oficiais de GNOME (isto é: ubuntu, etc.). Oxalá esteja enganado.

“No embalo”, abri uma conta no Flickr (daí o teste do post anterior) e, portanto, no Yahoo! (em que altura!) . Não sei muito bem para que. Duvido que utilize o serviço de hospedagem e de partilha de fotos. Talvez para mandar alguma foto para aqui?

omnis persuasio carcer est

16 Janeiro 2008

A partir de um comentário ao meu post Ciência descobri o blogue omnis persuasio carcer est, de Patrícia França.
Os meus parabéns à Patrícia e votos de muito sucesso.
omnis persuasio carcer est já está nos meus links.

Wikia Search

7 Janeiro 2008

Hoje começou a funcionar o motor de pesquisa Wikia Search.

Já li algumas críticas sobre a má qualidade dos resultados, mas isso é perfeitamente natural, dado o conceito de motor de busca de Wikia, baseado no feedback dos usuários. Evidentemente, neste momento, não há, ainda, retorno nenhum.
Não vamos dar-lhe, pelo menos, os 100 dias de graça?
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