“La gente de los medios vemos Internet como si fuera un medio; esperamos que actúe como un medio: producido, editado, pulido, limpio, controlado. Pero Internet no es un medio; es un sitio. Internet es sociedad, un espacio donde nos conectamos con los demás; con información, con acciones, con transacciones. Hay gente buena, gente mala, gente inteligente, gente estúpida. Internet es vida, la vida es desordenada, y así es Internet, desordenado. Y eso es lo que gente como Dery no puede entender ni soportar. Ven una página como si fuera la de una revista, y no lo es; no tiene nada que ver. Es también el problema de los grupos de comunicación: siguen creyendo que Internet debería operar como su industria. No. El control de Internet lo tiene la gente, es de la gente. Ahí somos invitados, y si no añadimos valor, sobramos.”

“Haz lo que mejor sabes hacer y enlaza lo demás”,

Jeff Jarvis > EL País > “Algunos periódicos se están disparando a sí mismos

Anúncios

Yoono Desktop

21 Junho 2010

Yoono Desktop (também há Yoono como extra para Firefox) permite concentrar numa única interface as nossas contas de redes sociais e serviços de mensagens instantâneas (Twitter, Facebook, LinkedIn, MySpace, Flickr, AIM, MSN, Gtalk).
Yoono é freeware.

(espero não estar a cometer nenhuma inconfidência com a imagem!)

Novos mantimentos na Nau dos Mantimentos:

Carta a los editores de libros de texto, de Jordi Adell
em resposta a
Editores acusan a los poderes públicos de “cómplices de piratería” al fomentar la gratuidad de los contenidos educativos

(via Barrapunto > Carta a los editores de libros de texto)

portátil na aula

Foto: Intergalacticrobot

Ontologias

14 Dezembro 2009

Bom trabalho sobre o uso de ontologias na área do Processamento da Linguagem Natural, da Linguística, da Filosofia, etc.
A autora aununcia que em breve estará disponível para acesso livre:
França, Patrícia (2009). Ontologia e Ontologias: contributos teóricos para uma perspectiva transdisciplinar. Tese de Mestrado. Braga: Universidade do Minho.
Resumo
As ontologias, pensadas desde a Antiguidade no âmbito da Filosofia, ganharam
importância no contexto das Ciências da Computação, principalmente com o advento da
Web Semântica. Mas não é apenas no contexto das Ciências da Computação que as
ontologias têm interesse. Elas têm vindo a desenvolver-se rapidamente noutras áreas
científicas, nomeadamente na Geografia, no Direito na Linguística e, muito
particularmente, na Biomedicina.
Construir um quadro comum a partir do qual pudéssemos descrever a realidade, sem
incoerências ou divergências, tem sido o propósito de diversas personalidades ao longo
da história, inseridas nas mais diversas áreas de pesquisa, desde a ontologia de
Aristóteles, passando pelos esquemas didácticos de Lorhard e pelos dicionários
onomasiológicos, desde Roget até Hallig e Wartburg, até chegarmos às ontologias
computorizadas. Alguns destes quadros cabem neste trabalho.
Estão aqui reunidos conceitos e terminologia das três disciplinas basilares para a
construção de ontologias computorizadas: a Filosofia, as Ciências da Computação e a
Linguística.
Este trabalho levanta ainda questões importantes acerca dos fundamentos teóricos
das ontologias formais e pretende contribuir para a clarificação de alguns dos conceitos
que constituem os blocos de construção de uma ontologia: as instâncias, as classes e as
suas relações.

Índice
Agradecimentos    vii
Resumo    ix
Abstract    xi
Convenções gráficas   xv
Abreviaturas e símbolos    xvii
Lista de ilustrações    xix
Introdução
0.1. Motivações    1
0.2. Algumas notas iniciais sobre verdade, informação, conhecimento e compromisso
ontológico    4
0.3. O que está a ser feito   6
0.4. Objectivos   10
0.4.1. Objectivos gerais    11
0.4.2. Objectivos específicos    11
0.5. Resumo dos capítulos   12
Capítulo 1
1. Justificação da metodologia  15
1.1. O estatuto epistemológico da Linguística    15
1.2. A Linguística e a Ontologia   20
Capítulo 2
2. A Ontologia e a Filosofia    27
2.1 Da origem do termo   27
2.2. Da origem do conceito   31
2.2.1. Do ser   34
2.2.2. Da substância   37
2. 3. A construção de um espaço integrado das diferentes noções de ontologia   40
2.3.1. A dimensão vertical: o eixo da generalidade     41
2.3.2. A dimensão da profundidade: o eixo da subjectividade   42
2.3.3. A dimensão da horizontalidade: o eixo dos três níveis    43
Capítulo 3
3. Ontologias e Ciências da Computação   51
3.1. As bases de dados e as ontologias   51
3.1.1. As bases de dados como a génese das ontologias   52
3.1.1.1. Os modelos de dados   54
3.1.1.2. Os modelos de dados e as ontologias   56
3.2. Definindo ontologia   57
3.2.1. Uma definição ou várias definições?  58
3.2.1.1. Ontologia e ontologias   59
3.2.1.2. Um sistema conceptual, um sistema formal e uma teoria lógica  59
3.4.1.3. Uma linguagem formal
3.4.1.4. Vocabulário usado por uma teoria lógica   65
3.4.1.5. Componentes de uma arquitectura   66
3.4.1.6. Uma conceptualização   66
3.3. Tipologias     69
3.3.1. Ontologias de alto nível (ou de nível superior)   69
3.3.2. Ontologias de domínio   70
3.4. Os blocos de construção de uma ontologia   70
3.4.1. As classes    70
3.4.2. Os indivíduos    71
3.4.3. As propriedades    71
3.4.4. As relações   72
Capítulo 4
4. A ontologia e a Lexicografia onomasiológica   75
4.1. Dando um sentido ao conceito de onomasiologia   78
4.1.1. Da origem da palavra na Lexicologia    79
4.1.2. A onomasiologia na história da Lexicografia   80
4.1.2.1. A conquista da ordem alfabética e a origem do debate   80
4.2. Tipologias das obras lexicográficas onomasiológicas    87
4.2.1. Do critério de ordenação dos materiais lexicográficos   89
4.2.1.1. Do critério paradigmático   91
4.3. Alguns exemplos paradigmáticos de dicionários onomasiológicos    92
4.3.1. O Thesaurus de Roget   92
4.3.2. O Sistema de Hallig & Wartburg   93
4.4. Os contributos das Ciências da Computação   98
4.4.1. A hierarquia e a classificação   99
Capítulo 5
5. De conceitos e relações  105
5.1. De conceitos   106
5.1.1. As teorias dos conceitos  107
5.2. A Ontolinguística .  113
5.2.1. As relações na Ontolinguística   116
5.2.1.1. As relações taxonómicas   116
5.2.1.2. As relações meronímicas   117
5.3. Ontologia e realidade  120
5.3.1. As relações numa ontologia científica de base realista   124
5.3.1.1. As relações ontológicas ao nível das instâncias   127
5.3.1.2. As relações ontológicas ao nível dos unievrsais   128
5.4. Conceitos, classes e universais num mesmo quadro de análise   130
Conclusão   133
Referências bibliográficas   137
Anexos

O Novo Google Translate

18 Novembro 2009

O Novo Google Translate
Para além de traduzir texto ou páginas da web, o novo Google Translate tem novas funcionalidades:
–  tradução em tempo real (traduz o texto enquanto o digitamos);
–  detecta automaticaemnte a língua e partida;
–  ao traduzir para o Inglês, podemos ouvir as traduções, clicando no ícone do altifalante.

Podemos ver uma demonstração aqui.

Fonte: The official Google Blog > A new look for Google Translate

U.S.Department of Education, Office of Planning, Evaluation, and Policy Development, 

Evaluation of Evidence-Based Practices in Online Learning: A Meta-Analysis and Review of Online Learning Studies

Washington, D.C., 2009.


Disponível (no domínio público) em:

Web site:
www.ed.gov/about/offices/list/opepd/ppss/reports.html

PDF:
http://www.ed.gov/rschstat/eval/tech/evidence-based-practices/finalreport.pdf 

197192003_ef6e097da4

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagem:  mushon

 

 

 

Via El País.com > La universidad ‘online’ obtiene mejor nota

Apresentação do Centre for Learning and Performance Technologies com as 100 ferramentas mais importantes para a aprendizagem (segundo a opinião de 220 profissionais do ensino):

 Top 100 Tools for Learning 2008, em Jane’s E-Learning Pick of the Day

Actualização: melhor aqui: Top 100 Tools for Learning 2008

%d bloggers like this: