O Crânio de Castelao

27 Fevereiro 2014

Lançamento do livro O crânio de Castelao

Local: Biblioteca Geral da Universidade do Minho, Campus de Gualtar, Braga
Dia: 27 de Fevereiro de 2014
Hora: 18h

Na sessão de apresentação do livro na Universidade do Minho estarão os autores Carlos Quiroga (coordenador do livro), Miguel R. Penas, Xemma Tendim, Montse Dopico e Quico Cadaval.

Organização:
Centro de Estudos Galegos
Área de Estudos Espanhóis e Hispano-Americanos
Instituto de Letras e Ciências Humanas
Universidade do Minho.

O Crânio de Castelao, na imperdível.net (13 €)

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“Romance policial cuja ação se desenvolve em torno ao roubo da caveira de Castelao do Panteão de Galegos Ilustres e que leva o protagonista a uma viagem por quatro continentes na procura da “relíquia” desaparecida. Projeto que nasceu no encontro internacional Galego no Mundo. Latim em pó que decorreu em Santiago de Compostela inserido na programação da Capital Europeia da Cultura no ano 2000.

Depois de o Catedrático de Medicina, o Professor F., envolver o seu discípulo na procura do crânio de Castelao roubado do Panteão de Galegos Ilustres em Compostela, começam uma série de peripécias escritas por Carlos Quiroga (Galiza), Miguel Miranda (Portugal), Antón Lopo (Galiza), Bernardo Ajzenberg (Brasil), Suso de Toro (Galiza), Germano Almeida (Cabo Verde), Quico Cadaval (Galiza), Possidónio Cachapa (Portugal), Xavier Queipo (Galiza), Luís Cardoso (Timor) e Xurxo Souto (Galiza), que levaram o protagonista aos lugares mais inesperados.

Na tarde do 13 de Maio Santiago de Compostela estava já primaveril. Para o lado do Centro de Arte Contemporânea o Parque de Bonaval irradiava a calma do fim de semana, com isolados e vagarosos visitantes. Pelas vidraças baixas do edifício de Álvaro Siza entrava uma luz nimbada que deixava na atmosfera do bar um sossego quente. Na mesa do canto estava sentado P. desde as 17:00 h., com alguma ansiedade mal dissimulada. Aguardava alguém. O Catedrático de Medicina, o Professor F., “orientador” da sua tese de doutoramento, tinha deixado para ele uma mensagem para encontrar-se naquele lugar. E P. consumira um café com impaciência, tratando de imaginar que podia querer o velho catedrático, sem alcançar uma explicação para o motivo da cita nem para a escolha precisamente do Museu.”

Texto e imagem: Através|Editora

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