Aqui jaz … uma língua

11 Abril 2008

«Infelizmente as elites culturais e económicas galegas jogam a perder, e apostam por estratégias de resistência estilo Custer. Afinal morrerá a língua, mas “com os socos postos”.»

José Ramom Pichel.

Fonte: Portal Galego da Língua > José Ramom Pichel: «É preciso mais planificadores e estrategas, e mais vendedores do que apaixonados por futuros de conjuntivo»

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2 Responses to “Aqui jaz … uma língua”

  1. Patrícia França Says:

    “Qual é o cientismo que nos permitirá desentranhar a identidade da língua galega? Não existe tal cousa. Unha língua é uma vontade, quer na sua génese, quer na sua identidade, quer na sua extinção. O galego é também uma opinião. […]
    Uma mais outra vez, este [conflito linguístico] aparece disfarçado com roupões de conflito formal, de mero assunto gráfico ou gramatical. Derivada desta cegueira, muitas pessoas entram em árduos debates sobre a presença ou ausência de determinado grafema ou rasgo gramatical em tal ou qual século, documento ou aldeia. […] O conflito linguístico galego transcende o âmbito puramente formal, comum a toda a língua, e entra no resvaladiço paradigma dos conflitos identitários: quem fala a língua galega? Onde é que se fala a língua galega? O galego fala-se apenas em Espanha ou transcende o marco estatal espanhol?”

    Valentim Rodrigues Fagim, “Qual é que é o conflito linguístico galego?” em Portal Galego da Língua (http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=articlecomments&sid=4245)

  2. Álvaro Says:

    Patrícia:
    Vale a pena acompanhar os textos do Valentim Fagim. Normalmente curtos, incisivos e sem grandes divagações.
    Abraço


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