Actividades culturais do 2º trimestre numa escola pública de Braga. Ao entrar no auditório: um grande altar com círio pascal, Bíblia e crucifixo. Num dado momento, um padre a contar-nos uma história pascal meio macabra (com paisagens sanguinárias, ao gosto de uma Igreja católica que pensei já ultrapassado) e as crianças a recitar “a doutrina” (com aquela cadência, aquela récita , que também julguei ultrapassada). Um retrocesso no mínimo chocante.
Lembrete: Michel Onfray (2006) Tratado de ateología, Bracelona, Anagrama [Trad. de Luz Freire de Traité d’athéologie, Paris, Grasset, 2005.]
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Excelente o livro editado por M. Ferro para ajudar a entender este “mundo globalizado do pensamento único” (leia-se colonizado):
Ferro, M. (ed.) (2005) El Libro Negro del Colonialismo. Madrid: La Esfera de los Libros .

V.O.: Ferro, M. (ed.) (2003) Le livre noir du colonialisme, XVIe-XXIe siècle: de l’extermination à la repentance. Paris : Robert Laffont/Hachette .

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